IMPOSTÓMETRO

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ministério da Saúde lança edital com 748 vagas para o DF e RJ

Os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ R$ 6.648,1
Lorena Pacheco

O Ministério da Saúde lançou novo concurso público para lotação no Distrito Federal e Rio de Janeiro. São 748 vagas de nível médio e superior. De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (22/7), os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ R$ 6.648,15. Do total de chances 181 é para lotação na capital federal. 


A Fundação Professor Carlos Augusto Bittercourt (Funcab) é a banca organizadora, as inscrições poderaõ ser feitas pelo site www.funcab.org. As datas não foram divulgadas, mas as taxas vão de R$ 78 a R$ 97. Do total das vagas 20% são reservadas para negros e 5% para deficientes. 



Haverá prova objetiva, discursiva e de redação, e prova de títulos, dependendo do cargo escolhido. As datas também serão posteriormente anunciadas. 



Quem possui nível superior pode disputar o cargo de analista em C&T Sênior para as áreas de atuação em desenvolvimento institucional, tecnologia da informação, administração pública, gerenciamento de dados de pesquisa de câncer, cooperação internacional, engenharia clínica, engenharia de infraestrutura (arquitetura), engenharia mecânica, engenharia civil, administração hospitalar, administração pública, jornalismo, publicidade e propaganda, entre outras áreas. 



Há ainda o cargo de tecnologista sênior nas áreas de biólogo, biomédico e medicina (endoscopia, oftalmologia, urologia, emergência pediátrica, cirurgia plástica, etc). Já o cargo de tecnologista pleno nas áreas de biologia, nutrição clínica, nutrição em produção, oncologia, enfermagem, serviço social, programas educacionais em saúde, prevenção e controle de câncer, política nacional de controle do tabaco, medicina (dermatologia, radioterapia, hematologia, hemoterapia, radiologia, etc). E o cargo de tecnologia júnior, para as áreas de biologia, física, terapia ocupacional e medicina (anestesiologia, cancerologia, cirurgia cabeça e pescoço, cirurgia vascular, clínica médica, emergência, infectologia, intensiva, mastologia, neurologia, radioterapia, etc). 



Para nível médio o cargo é o de assistente em C&T, para área de apoio técnico administrativo. Para concorrer ao posto ainda é exigido experiência de no mínimo um ano am atividades técnico-administrativas. O cargo de técnico também exige nível médio para atuação como técnico de hemoterapia, radioterapia, enfermagem, análise clínica, prótese dentária, anatomia, laboratório, farmácia, entre outros.

Fonte: Correio Web.

Forças Armadas e PF são instituições mais confiáveis, diz Datafolha

Pesquisa foi encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Partidos políticos e Congresso Nacional ficaram em último lugar.

Do G1, em Brasília
Pesquisa Datafolha encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e divulgada nesta segunda-feira (21) aponta que as Forças Armadas são a instituição com maior nível de confiança dos brasileiros.
Os partidos políticos são os menos confiáveis, de acordo com levantamento.
O estudo ouviu 2.126 pessoas, em 134 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 6 e 10 de junho.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A OAB encomenda a pesquisa anualmente há mais de dez anos.
Após as Forças Armadas, a Polícia Federal e a OAB foram as instituições com melhor avaliação por parte dos entrevistados.

Dentre as insatisfações do brasileiro, a saúde figura em primeiro lugar, para 38% dos entrevistados. O número é maior que em comparação a 2003, quando somente 6% dos entrevistados se declaravam insatisfeitos com o setor.
A questão da violência pública vem em seguida para 15% dos entrevistados.
A corrupção aparece como a terceira maior causa de incômodo, para 14% das pessoas ouvidas pelo Datafolha.
Na educação, o descontentamento pulou de 4% em 2003 para 10% na pesquisa atual.

Instituições mais confiáveis
1º Forças Armadas
2° Polícia Federal
3º Ordem dos Advogados do Brasil
4º Igreja Católica
5º Poder Judiciário
6º Imprensa e Ministério Público
7º Sindicatos dos trabalhadores
8º Bancos e financeiras
9º Empresas estatais
10º Presidência da República
11º Igreja Universal do Reino de Deus
12º Congresso Nacional
13º Partidos políticos
Fonte: G1

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Parlamentares custarão R$ 228 milhões no “recesso branco”

Valor que será repassado a congressistas no período em que estarão em campanha daria para sustentar 1 milhão de pessoas com o Bolsa Família por um ano. Eles só vão trabalhar em quatro dos próximos 79 dias
 


Divulgação

Gasto no período em que parlamentares estarão em campanha bancariam Bolsa Família para 1 milhão de pessoas por um ano

Nos próximos 79 dias, os parlamentares só serão chamados a comparecer a Brasília quatro vezes. Até lá, porém, vão deixar uma conta salgada para o contribuinte arcar. Apenas entre salários e benefícios atrelados aos gabinetes dos 594 deputados e senadores, os cofres públicos vão bancar R$ 228 milhões nesse período. O valor é expressivo. Daria, por exemplo, para custear o programa Bolsa Família durante um ano para 299 mil famílias, ou mais de um milhão de pessoas. Também permitiria construir um bairro inteiro de uma cidade, erguendo-se mais de 3.400 casas populares de dois quartos e 58 metros quadrados, de acordo com os custos do estado de São Paulo.

O cálculo é de levantamento exclusivo do Congresso em Foco sobre os custos do Legislativo diretamente atrelados aos congressistas. A Câmara e o Senado começam, nesta sexta-feira (18), um longo “recesso branco”, que vai até as eleições de outubro. Mesmo praticamente sem votações, as despesas serão mantidas como se houvesse trabalho normal nas duas Casas até 5 de outubro. Por acordo entre as lideranças partidárias, a prioridade nesse período será a campanha eleitoral. Antes dessa data, os deputados devem fazer um “esforço concentrado” em 5 e 6 de agosto e em 2 e 3 de setembro. Até o momento, os senadores só combinaram votações em 5 e 6 de agosto.

Entretanto, os salários permanecerão os mesmos. Assim, de 18 de julho a 5 de outubro, serão gastos, conforme o levantamento do Congresso em Foco, R$ 378 mil com cada deputado e R$ 422 mil com cada senador. No período, os 594 membros da Câmara vão custar R$ 194 milhões. Os 81 senadores, R$ 34 milhões.

Copa do Mundo

Os gastos públicos com plenário vazio já estão correndo por conta do contribuinte. A fatura chega a R$ 332 milhões quando são somados os custos dos parlamentares ainda em junho, mês das tradicionais festas de São João, das convenções partidárias e do começo da Copa do Mundo. Desde o mês passado, o Congresso tem atividades esparsas, reunindo-se esporadicamente com um “esforço concentrado” aqui e outro ali.

Na Câmara, por exemplo, foram marcadas apenas sessões em quatro dias depois da Copa. Mas só houve votações nos dias 1º, 2 e 15 de julho, quando foram aprovadas propostas como a polêmica pensão para a atleta Laís Souza, o texto-base da profissão de motorista e a indicação de Bruno Dantas para ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

Mantidas como se houvesse trabalho normal no Congresso, as despesas não agradaram a todos. “Deputados e senadores não podem conceder-se faltas remuneradas fora dos casos admitidos em normas legais”, reclamou o colunista Jânio de Freitas, na Folha de S.Paulo. “A Constituição e os Regimentos Internos da Câmara e do Senado não foram alterados.”

Compatibilidade com eleição

De acordo com as leis brasileiras, os deputados e senadores só poderiam entrar em recesso se tivessem votado, até esta quinta-feira (17), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano. Mas isso não aconteceu. Por lei, o recesso deveria ser suspenso até a votação da norma. O que também não vai acontecer. As atividades no plenário ficarão suspensas, mas o presidente do Congresso, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), não enxerga “recesso branco”.

“Quando se deixa apenas de convocar a ordem do dia, não há recesso”, afirmou ele na terça-feira passada (15). “Nós vamos é compatibilizar o funcionamento do Congresso com a realização das eleições”, continuou.

Na Câmara, o presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB-RN), chegou a nomear uma comissão representativa para atuar no recesso branco. De acordo com as regras do Parlamento, isso só poderia ser feito se o recesso acontecesse oficialmente.

“Dificilmente teríamos quórum nas próximas semanas em razão das campanhas eleitorais, que é uma realidade do país”, afirmou Alves, ao justificar desmarcar as sessões, na terça-feira. “Então seria difícil o quórum. Essa foi a decisão unânime dos senhores líderes”, disse o presidente da Câmara.

Sem estimativa

O cálculo do Congresso em Foco inclui o subsídio parlamentar, de R$ 26.723 por mês, e uma série de benefícios como ajudas de custo, auxílio-moradia, verba de gabinete para contratar mais de 20 funcionários, verbas para bancar passagens aéreas, locação de veículos, serviços de segurança, combustíveis, correspondências, telefones, além de ressarcimentos médicos e odontológicos.
 

Uma parte dos benefícios sequer pode ser estimada, como as assinaturas de jornais no Senado e os materiais impressos na Câmara, ou a oferta de apartamentos funcionais em Brasília. O levantamento usou como base os valores máximos disponíveis para deputados e senadores e, quando foi possível, os gastos efetivamente feitos em cada tipo de benefício.
 

QUANTO CUSTA

Um deputado em um mês: R$ 143.847,91
Um senador em um mês: R$ 160.567,13
Um deputado de hoje até as eleições: R$ 378.799,4
Um senador de hoje até as eleições: R$ 422.826,78
Total dos 594 parlamentares de hoje até as eleições: R$ 228.573.107,16
 
Fonte: Congresso em Foco

PROMOÇÃO QUADRO ESPECIAL 3º SARGENTO E 2º SARGENTO (SGT QE) - Extraído do site da DAPROM

“PROMOÇÃO NO QUADRO ESPECIAL DE TERCEIROS-SARGENTOS E SEGUNDOS-SARGENTOS DO EXÉRCITO (SGT QE), INTEGRANTES DO QUADRO DE PESSOAL MILITAR DO EXÉRCITO


A DA Prom tem recebido vários requerimentos de promoção em ressarcimento de preterição de Cabos Estabilizados e 3° Sargentos QE, da mesma forma os Cmdo Mil A tem recebido requerimentos semelhantes, incluindo-se os Taifeiros-Mor.
 
Sobre o assunto esclarecemos o seguinte:

a) O Quadro Especial de Terceiros-Sargentos foi criado pelo Decreto n° 86.289, de 11 AGO 1981, com a finalidade de aproveitar os cabos da ativa com estabilidade assegurada, sendo que o referido Quadro foi reorganizado pela Lei n° 10.951, de 22 SET 04, hoje revogada pela Lei n° 12.872, de 24 OUT 13;

b) Em 2013, com a edição da Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, foi criado o Quadro Especial de Terceiros-Sargentos e Segundos-Sargentos do Exército, dando a possibilidade de ascensão à graduação de 2° Sgt QE;

c) Em 2014, foi editado o Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14, para regulamentar o art. 15, art. 16 e art. 17 da Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, revogando o Decreto n° 86.289, de 11 AGO 1981;

d) Os militares do Quadro Especial agora são regidos pela  Lei nº 12.872, de 24 OUT 13 e pelo prescrito no Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14;

e) Para a promoção no Quadro Especial, serão organizados Quadros de Acesso distintos para os Cabos e Taifeiros-Mor, que irão estabelecer a quantidade de vagas para a promoção, proporcionalmente à quantidade de Cabos e Taifeiros-Mor aptos a serem promovidos;

f) Destaca-se que o total de militares promovidos sempre seguirá o número de vagas permitido em lei, pois para definir o efetivo a ser promovido, o Estado-Maior do Exército (EME) está adstrito ao Decreto Presidencial que estabelece a distribuição dos efetivos do pessoal militar do Exército a vigorar em cada ano;

g) Desta forma, nem todos os militares que se enquadram no referido quadro e que contem com mais de 15 anos de serviço serão promovidos na mesma época, pois há necessidade de serem abrangidos pelos limites quantitativos de antiguidade estabelecidos pelo EME e pela quantidade de vagas disponíveis para cada promoção, sendo, portanto, condição sine qual no preenchimento de todos os requisitos legais exigidos para a promoção; e

h) A Lei nº 12.872, de 24 OUT 13, e o Decreto n° 8.254, de 26 MAIO 14, apenas alcança os militares da ativa.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Politica: Iolando Almeida na bolsa de apostas em Brasília-DF

 

Iolando Almeida
Iolando Almeida
A posição do pré-candidato á distrital da pacata cidade de Brazlândia, Iolando Almeida, virou noticia nas rodas do poder em Brasilia. Um grupo de empresários e até observadores políticos do DF acreditam que o líder dos deficientes poderá ocupar uma cadeira na Câmara Legislativa ápartir de 2015.
Segundo as mais entusiasmadas avaliações, o pré- candidato faz parte de uma legenda que deverá eleger pelo menos um distrital nas eleições de outubro. Entre os nomes da legenda, o partido acredita que Iolando Almeida crescerá de uma eleição para outra e certamente garantirá uma vaga no parlamento do DF  na próxima legislatura.
 Cristão, Líder dos Deficientes e 3º Sargento da Aeronáutica. 
fonte: Blog do GBU.com

Políticos vão deixar projetos importantes de lado pra pensar só no bico deles - RECESSO EM BRANCO - Hora de mudança

Sem LDO, Congresso vai para novo “recesso branco”


Eleições e falta de acordo sobre aumento de policiais impedem votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, obrigatória para o recesso parlamentar de julho

 

Presidente da Comissão Mista de Orçamento, Devanir Ribeiro já lamenta adiamento de votação da LDO
 
Por causa do início das campanhas eleitorais e de divergências em torno de temas como o reajuste para os policiais federais, o Congresso Nacional caminha, pelo segundo ano consecutivo, para o chamado “recesso branco” sem votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A não votação da LDO vai impedir os congressistas de saírem oficialmente de recesso, entre 17 e 31 de julho. Na prática, porém, os parlamentares vão cuidar do que mais lhes interessa neste momento: fazer suas campanhas e garantir a continuidade dos mandatos e dos projetos políticos de seus aliados. A Copa do Mundo, as convenções partidárias e as festas juninas já paralisam o Legislativo desde o dia 12 de junho.
 
Nesta terça-feira (15), a Comissão Mista de Orçamento faz esforço final para votar o relatório preliminar à LDO. O texto prevê salário mínimo de R$ 779 no ano que vem, inflação de 5,3% este ano e de 4,5% em 2015. Mas não há consenso nem tempo para votá-lo. No ano passado, quando as manifestações de rua ainda sacudiam o país, o Congresso também fez “recesso branco” ao adiar para agosto a votação da LDO. Os congressistas, no entanto, desfrutaram do recesso, entre 18 e 31 de julho.
 
Para o presidente da Comissão de Orçamento, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), é “praticamente impossível” conseguir terminar tudo a tempo nesta semana, oficialmente a última antes do recesso. “Vamos fazer um esforço para que no dia 15 possamos votar pelo menos o relatório preliminar e poder abrir o prazo para apresentação das emendas”, afirmou.
 
Tudo ficará para agosto, diz Devanir. “Eu já não acredito mais que vote antes do recesso parlamentar. Na primeira semana de agosto, vai haver um esforço concentrado do Senado e da Câmara. Espero votar a LDO nessa oportunidade se não der para votar durante o recesso.”
 
A avaliação é a mesma da oposição. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), candidato ao Senado, passava o fim de tarde de ontem no estado, cuidando de sua campanha. Deveria chegar no Congresso só mais tarde, a pedido do presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), que desejava iniciar a semana de trabalho mais cedo. Ele disse ao Congresso em Foco que o clima eleitoral vai pesar para decretar um recesso branco. “Como no ano passado, infelizmente, tem essa rotina”, afirmou Caiado.
 
Ele defende incluir na LDO uma emenda para conceder aos policiais federais um reajuste imediato de 20% nos salários. Em uma medida provisória, a presidenta Dilma concedeu 12% agora e o restante apenas no ano que vem. Para Caiado, houve uma “quebra de acordo” com os servidores da Polícia Federal.
 
Além disso, pautas que opõem o Executivo e o Congresso também pesam para atrapalhar o andamento dos trabalhos. Os parlamentares querem cumprir compromissos com prefeitos, como aprovar o orçamento impositivo das emendas dos congressistas. Outro ponto de divergência é o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), de 1% para 2%. Essas matérias sofrem resistência no governo por afetarem as contas públicas.
 
Fonte: Congresso em Foco

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Vetos pela Presidente Dilma podem ser derrubados esta semana pelo congresso, incluído está o veto dos QESA.

Congresso retoma atividades após pausa na Copa

Parlamentares precisam apreciar até quinta projeto da LDO para entrar em recesso. Na pauta, há 21 vetos presidenciais. Deputados podem derrubar decreto sobre política de participação social. No Senado, há o Supersimples


Valter Campanato/ ABr
Por conta da Copa e de compromissos eleitorais, parlamentares se ausentaram do Congresso em junho e neste mês

Curtindo uma ressaca pós-Copa do Mundo no Brasil, deputados e senadores    devem retornar ao Congresso nesta semana antes de mais uma provável paralisação das atividades – o recesso parlamentar a partir do dia 18, o que depende da aprovação da lei de diretrizes orçamentárias (LDO) para 2015.

Na Câmara, os deputados poderão votar nesta segunda-feira (14), em sessão extraordinária, projeto apresentado pela oposição para cancelar    os efeitos do decreto presidencial que prevê a criação da política nacional de participação social. Os oposicionistas argumentam que o decreto invade prerrogativas do poder Legislativo. Os deputados também precisam votar a medida provisória que altera a lei de comercialização de energia elétrica e normas sobre leilões    para o setor elétrico.

previsão    de outra sessão extraordinária nesta segunda para análise de pedidos de urgência para oito projetos    e tentativa de votação de 19 propostas. Entre esses projetos    estão o que aumenta o tempo máximo ao volante    de motoristas profissionais de quatro para cinco horas e meia    contínuas e o que estabelece carga de trabalho    de 30 horas semanais para enfermeiros   , técnicos, auxiliares de enfermagem    e parteiras. Caso não sejam votadas, as propostas vão ser incluídas nas pautas de terça-feira (15) e de quarta-feira (16).

No Senado, três medidas provisórias trancam a pauta de votações da Casa — a que autoriza o Banco Central a ceder dois imóveis à companhia de desenvolvimento urbano    da região do porto do Rio de Janeiro, a que cria, em caráter temporário, funções comissionadas de grandes eventos e extingue funções comissionadas técnicas no âmbito da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça e a que abre crédito extraordinário de R$ 5,1 bilhões a órgãos do Executivo. Essas medidas estão na agenda do Senado para terça-feira.

Na quarta, os senadores poderão votar projetos de lei para regulamentar compras pela internet    e oferta de crédito aos consumidores. Outro item previsto é o projeto que elimina as modalidades carta-convite e tomada de preços em processos licitatórios. O senadores ainda têm na pauta o projeto referente às mudanças no enquadramento de empresas no regime de tributação das pequenas e microempresas (Supersimples).

O Senado também prevê uma sessão deliberativa na quinta-feira (17) para votação de projetos referentes à resolução do conselho nacional de defesa do consumidor   , estatuto das guardas municipais e à criação de consórcios públicos para a contratação de médicos, entre outros.

Congresso
A Comissão Mista de Consolidação das Leis e Regulamentação Constitucional    do Congresso deverá analisar pareceres sobre emendas apresentadas aos projetos referentes ao trabalho doméstico e ao trabalho escravo. A reunião está marcada para terça.

Na semana passada, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), declarou considerar “praticamente impossível” a votação do projeto da lei de diretrizes orçamentárias nesta semana pela Comissão Mista de Planos   , Orçamentos    Públicos e Fiscalização (CMO) e pelo plenário do Congresso. Mas, na terça, a comissão deverá apreciar relatório preliminar com emendas ao projeto da LDO.

Conforme a Constituição Federal, a LDO deve ser aprovada até 17 de julho pelo Congresso. Caso contrário, as atividades não podem ser interrompidas para o recesso parlamentar nas últimas duas semanas de julho. Presidente da CMO, Devanir Ribeiro disse que é possível que o texto seja apreciado diretamente em plenário, sem passar pela comissão. “Regimentalmente não tem como votar. Agora, politicamente, podemos discutir”.

Foi marcada para terça uma sessão do Congresso, com deputados e senadores, para votação de 21 vetos presidenciais. Os parlamentares ainda não conseguiram votar nenhum veto neste ano. Entre os itens pendentes de análise está o projeto que estabelece novas regras para criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. A derrubada de um veto requer o apoio da maioria absoluta das duas casas    legislativas — 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores.

CPIs da Petrobras
Conforme mostrado anteriormente pelo Congresso em Foco, a efetividade das CPIs abertas no Congresso para apuração de supostas irregularidades na Petrobras já não é unanimidade nem entre os parlamentares oposicionistas. Um dos parlamentares que mais defenderam a instalação da CPI mista, o senador Alvaro    Dias (PSDB-PR) declarou ao site que resta à oposição utilizar a comissão para manter o tema na mídia, para que as suspeitas não sejam esquecidas pela população, e estimular as investigações no âmbito do Judiciário.

Há cinco semanas, a CPI mista vem tentando analisar quase 400 requerimentos. No entanto, eles continuam na pauta do colegiado prevista para quarta-feira. Nas reuniões anteriores, não houve quórum. Entre os pedidos pendentes de análise está o de quebra de sigilos fiscal, telefônico e telemático do doleiro Alberto Youssef, preso em março pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Ele é acusado de comandar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões.

Já a CPI instalada no Senado para apurar supostas irregularidades na petroleira também tem reunião marcada para quarta, quando pretende ouvir o gerente-geral de implementação de empreendimentos da companhia, Glauco Legati. Ele deve dar explicações sobre as denúncias de superfaturamento na construção    da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco – a obra ainda está em andamento. No Senado, a CPI conta apenas com governistas.

Na terça, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara vai tentar ouvir, de novo, testemunhas indicadas pela defesa do deputado André Vargas (ex-PT-PR), que responde a processo no colegiado por suposto envolvimento com o doleiro Alberto Youssef em negócios ilícitos. Na pauta, o conselho também tem procedimentos administrativos relacionados aos processos contra o deputado Luiz Argôlo (SD-BA), também suspeito de envolvimento com Youssef.

Além da Copa, que termina neste domingo (13), parlamentares passaram a cumprir mais compromissos eleitorais a partir de junho, quando ocorreram as convenções partidárias para confirmação dos candidatos nas eleições de outubro.

Fonte: Congresso em Foco

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Kelma Costa representante dos militares, mora em Minas Gerais - para Deputada Federal


KELMA COSTA é mineira da cidade de Além Paraíba, 41 anos,mora atualmente em JUIZ DE FORA MINAS GERAIS, casada com sargento do EB. Iniciou sua vida pública em 1997 como apresentadora de programa radiofônico e está desde 2005 lutando pelos direitos retirados dos militares das Forças Armadas O povo clama por mudanças! A hora de mudar é essa Kelma costa é candidata a deputada federal nessas eleições. Ela continuará lutando pelos direitos que o governo retirou dos integrantes das Forças Armadas, por condições de trabalhos mais humanas, dignas e por leis que regulamentam as promoções dos militares federais e para que os policiais militares tenham o piso salarial regulamentado em âmbito nacional. Também será defensora incansável do ensino de qualidade nas escolas públicas e pela valorização dos professores e na área de saúde lutará para que o tempo de espera na fila de atendimento médico seja diminuído e pela valorização do profissional de saúde. Finalizando, quero ser a primeira a pedir o seu voto, pedir o seu apoio, de seus familiares e amigos. Quero desenvolver efetivamente um mandato participativo. Seja você também um apoiador, participe você também da nossa campanha! Muito obrigado! Fé na Missão!!! #EuApoioO