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quarta-feira, 27 de maio de 2015

DIA DO SERVIÇO DE SAÚDE

Nesta data, o Exército Brasileiro reverencia a memória do Patrono do Serviço de Saúde, General de Brigada Médico João Severiano da Fonseca, nascido a 27 de maio de 1836, às margens da lagoa Manguaba, atual cidade de Marechal Deodoro, no Estado de Alagoas. João Severiano ingressou muito jovem na Faculdade de Medicina da Corte.



Como acadêmico do terceiro ano, participou do combate à grave epidemia de cólera que atingiu a população do Rio de Janeiro em 1855. Por essa atuação, o Imperador conferiu-lhe a “Comenda da Ordem da Rosa”. Formou-se médico em 1858 e, em janeiro de 1862, ingressou no Corpo de Saúde do Exército, como 2º Tenente-Cirurgião.

Em 1864, foi voluntário para participar dos conflitos platinos, quando prestou notáveis serviços médicos durante a Guerra do Uruguai e a Guerra da Tríplice Aliança. Nesta última, esteve presente em toda a campanha, nas linhas de fogo, sendo, por sua atuação, alvo de repetidos elogios por parte de seus superiores e subordinados.

Por essa participação, recebeu a “Ordem do Cruzeiro”, tornando-se o único oficial do Corpo de Saúde a ostentar essa condecoração. A lisura e a competência, características de sua personalidade, renderam a João Severiano reconhecimentos em toda a sua vida militar, tendo sido alçado posto de General de Brigada em 1890.

Além de seu desempenho como médico e militar, atuou também na política, como Senador da República, e na literatura, como poeta, escritor, historiador e geógrafo. Faleceu durante o pleno exercício de suas funções, em 7 de novembro de 1897. Hoje em dia, a modernização, a implantação de novos serviços, a aquisição de novos equipamentos para os hospitais, o pioneirismo no emprego de novas técnicas em regiões carentes, as atividades de pesquisas e o aprimoramento na formação do pessoal de saúde demonstram a qualidade do serviço prestado pelas Organizações Militares de Saúde e a preocupação da Força Terrestre com a saúde e com o bem-estar da tropa e da família militar. 

Militares do Serviço de Saúde do Exército, orgulhem-se de sua tão nobre missão e continuem trilhando o caminho da honradez e da ajuda ao próximo, consonantes com as ações de seu Patrono. Bradem, por todos os rincões do Brasil, o seu lema: “prestar a caridade ao ferido, ao moribundo, ao mutilado. Procurando amenizar o sofrimento e bem servir ao nosso Brasil adorado”.

Fonte: http://www.eb.mil.br/documents/16541/1256579/Dia+do+Servi%C3%A7o+da+Sa%C3%BAde+2015/694716b5-d76d-4c25-89b3-44703947e2c8

terça-feira, 26 de maio de 2015

Tesourada no orçamento ameaça monitoramento das fronteiras

Contingenciamento de recursos ameaça monitoramento da fronteira

Ao receber adidos militares de 18 países nesta segunda-feira, comandante da 4ª Brigada disse que atraso já existe, mas o maior temor é o fim do projeto por falta de verba eneral Matsuda (à esquerda) mostra a adidos militares de outras nações o funcionamento do Sisfron, ameaçado pela crise do governo (Foto: Eliel Oliveira)
General Matsuda (à esquerda) mostra a adidos militares de outras nações o funcionamento do Sisfron, ameaçado pela crise do governo (Foto: Eliel Oliveira)

Helio de Freitas, de Dourados
O contingenciamento de recursos adotado pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT) em função da crise financeira ameaça a continuidade do maior projeto de vigilância de fronteira do mundo, o Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras). Mesmo antes do corte de gastos anunciado na semana passada, o Exército já esperava receber apenas um terço da verba prevista para 2016. Agora, o futuro do sistema é uma incógnita.

Iniciado em 2013, mas lançado oficialmente em novembro do ano passado, o projeto-piloto do sistema está sendo implantado em uma extensão de 650 km da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e até para essa primeira etapa já começou a faltar dinheiro.

Só metade do dinheiro
O general Rui Yutaka Matsuda, comandante da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, disse hoje em Dourados, a 233 km de Campo Grande, que até agora apenas foi investida apenas a metade do dinheiro previsto para o sistema de monitoramento de fronteiras. O Sisfron foi orçado em R$ 11 bilhões e com previsão de ser totalmente instalado nos 16 mil km de fronteira seca do país até 2021.

“Inicialmente a previsão era de investimento de R$ 1 bilhão por ano – o que totalizaria R$ 3 bilhões. Até agora foram investidos 1 bilhão e meio de reais”, afirmou Matsuda, ao receber nesta segunda-feira, 23 adidos militares de 16 países, que estão em Dourados para conhecer o sistema de monitoramento. O grupo veio de avião de Brasília, acompanhado por jornalistas da capital federal e da agência internacional de notícias Reuters.

Futuro incerto
Levando em conta que o Sisfron começou a ser implantado em 2013, o projeto já deveria ter recebido R$ 2 bilhões e mais R$ 1 bilhão em 2015. Entretanto, Matsuda informou que neste ano o Exército receberia apenas R$ 230 milhões. Só que esse valor foi previsto antes do contingenciamento.

“Agora não sabemos se esse valor será mantido, se vai diminuir ou se vai aumentar. Os atrasos certamente ocorrerão, mas estamos trabalhando para evitar a descontinuidade do projeto”, declarou o general, que coordena a implantação do projeto-piloto do Sisfron. Descontinuidade seria o abandono do Sisfron.

Sistema atrasado
Embora o Exército não saiba ainda se terá dinheiro para dar continuidade ao projeto, o general Matsuda afirma que a liberação abaixo dos valores previstos inicialmente já reflete na implantação física do sistema de monitoramento, que até agora foi feito em apenas 70% dos 650 km da primeira etapa.

“Estamos recebendo menos recursos que o previsto e por isso o Exército teve de investir R$ 400 milhões de recursos próprios”, afirmou.

Não é só defesa
Apesar de ameaçado pela crise do governo Dilma, o Sisfron é apontado pelo Exército como a salvação para o desenvolvimento das regiões de fronteira. “O sistema não é importante só para a defesa do país. É isso que os adidos militares vão ver aqui hoje. O Sisfron vai ajudar no desenvolvimento da agropecuária, na vigilância ao meio ambiente e recursos naturais e na segurança pública”, disse Matsuda.

O general citou como exemplo a vigilância do rebanho bovino para controle de doenças como a febre aftosa. “Com o monitoramento por câmeras de longo alcance e sensores, além dos satélites que estão previstos, será possível controlar, por exemplo, a entrada de rebanho de outros países. Em defesa do meio ambiente, o Sisfron vai permitir proteção maior a nossas florestas”.

Complexo e tecnológico
Se não for afetado pela falta de dinheiro, o Sisfron – desenvolvido pelas empresas Savis Tecnologia e Sistemas S/A e OrbiSat Indústria e Aerolevantamento S/A, controladas pela Embraer Defesa e Segurança – será implantado em toda a faixa de fronteira do país.

O sistema inclui a instalação de sensores terrestres e aéreos, câmeras capazes de identificar a placa de um veículo a 15 km de distância, vants (veículos aéreos não tripulados), e radares controlados por satélite, todos ligados por cabos de fibra ótica.

Em Mato Grosso do Sul, onde é desenvolvido o projeto-piloto, a central de comando funciona em Dourados, mas há equipe em outras regiões e na Capital.

Copa de árvores
Nessa região o sistema é mais fácil de ser implantado, porque o grande desafio, segundo o Exército, é fazer o sistema de cabeamento, que aqui em Mato Grosso do Sul é feito embaixo da terra. Na Amazônia, entretanto, os cabos terão de ser puxados sob a água dos rios, ou até mesmo em cima de árvores.

“Mesmo com a liberação de recursos abaixo do previsto, os estudos já estão andamento em outras regiões para expansão do Sisfron. Na Amazônia estamos estudando uma forma de passar os cabos inclusive sobre a copa das árvores porque lá as estradas são os rios”, afirmou Matsuda.



Adidos
Entre os 25 adidos militares presentes hoje em Dourados estão o coronel norte-americano Jose Antonio Espinosa Huertas, o coronel inglês Simon Hindmarsh, adido do Reino Unido, e o coronel Egorkin Alexey e o tenente-coronel Evgeny Krodyrev, os dois da Rússia.

Representantes militares de países sul-americanos também se interessaram em conhecer o Sisfron, entre eles o venezuelano Jesús Guillermo Clemente Rolas, o general colombiano Fernando Cabrera Artunduaga e o coronel peruano Walter Martin Alzamora. A Embaixada do Iraque também mandou um representante, mas o nome dele não foi colocado na lista divulgada pelo Exército.

Adidos militares da Espanha, Paraguai e Estados Unidos durante apresentação do Sisfron, em Dourados (Foto: Eliel Oliveira)

Marco Feliciano critica PSOL após expulsão do Cabo Daciolo

Partido expulsou parlamentar por ter apresentado que citava Deus na Constituição.
Feliciano critica PSOL após expulsão do Cabo Daciolo
expulsão do deputado federal Cabo Daciolo do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) do Rio de Janeiro, no último sábado (16), provocou a indignação do Deputado Federal Pastor Marco Feliciano (PSC/SP).
Nas redes sociais Feliciano lamentou a decisão do PSOL e criticou a atitude da Executiva Estadual do partido, que optou pela expulsão do parlamentar evangélico por ter apresentado o projeto de lei que alterava o texto da Constituição Federal onde se dizia que todo poder emana do povo, para “todo poder emana de Deus”.
Feliciano considerou a atitude discriminatória e reacionária, pois, segundo o líder evangélico, Cabo Daciolo é um representante das “camadas mais humildes da sociedade”. Além disso, Marco Feliciano lembrou que o partido estaria sendo motivado por intolerância.
“O que causa estranheza é a atitude discriminatória por parte da Executiva de um Partido que se diz popular, mas que toma uma atitude reacionária, pois, expulsa de seus quadros um Deputado oriundo das camadas mais humildes da sociedade”, disse Feliciano.
Daciolo foi expulso com 53 votos favoráveis a punição e apenas 1 voto contrário, que foi o da ex-deputada estadual do Rio Janira Rocha. A expulsão do parlamentar foi articulada pelo líder do partido na Câmara, o deputado Chico Alencar (RJ).
Feliciano considerou a atitude do partido um desrespeito à vontade popular e considerou que o projeto apresentado por Daciolo não alteraria o caráter laico da Constituição brasileira. O deputado do PSC afirmou ainda que a atitude do PSOL é de perseguição religiosa.
O deputado Cabo Daciolo é bombeiro militar e foi eleito com 49.831 votos, ele entrou para a Câmara Federal por conta do coeficiente eleitoral que levou para Brasília quatro deputados da legenda: Jean Wyllys (RJ), Chico Alencar (RJ), Edmilson Rodrigues (PR) e Daciolo.
Fonte: Notícias

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Bombeiro é preso após denunciar jornada de trabalho excessiva

Uilia Braga está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia; ele acredita que punição foi uma espécie de vingança.
Reprodução/TV Anhanguera
Bombeiro é preso por denunciar jornada de trabalho, em Goiânia Goiás.
 
O Ministério do Trabalho vai investigar a prisão de um cabo do Corpo de Bombeiros após denunciar excessos na escala de trabalho na corporação. Uilia Braga está detido desde segunda-feira (18) no 8º Batalhão, em Goiânia. 
 

O bombeiro foi punido por transgressão disciplinar, por participar de uma reunião, em agosto do ano passado, para denunciar o que ele considera uma jornada de trabalho excessiva. 
 

"Nós denunciamos a escala dos bombeiros. Ela tem privado a pessoa humana do convívio com sua família. Ela tem privado o cidadão de ter acesso à dignidade”, afirmou Uilia em entrevista à TV Anhanguera pelo telefone celular ao qual tem acesso dentro do Batalhão.
 

O cabo acredita que a punição foi exagerada, uma espécie de vingança. "Minha carreira acabou de ser sepultada. Eles cuidaram de enquadrar tudo o que fiz, a busca dos direitos, eles me enquadraram nos piores tipos indisciplinares existentes no regulamento", afirma.
 

Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.
 

Investigação 
Uma auditoria da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE/GO) investiga o caso. A prisão disciplinar de militares é prevista no regulamento da corporação, mas a auditora Jaqueline Carrijo questiona os efeitos da punição. "Prisão é para bandido. Não é para trabalhador que reivindica melhor condição de trabalho", afirma a auditora. 
 

O comando dos Bombeiros afirma que o homem cumpre prisão por ter cometido transgressão grave, prevista no regulamento da corporação. Além disso, diz que ele foi punido após a instauração de procedimento administrativo.
 

Para a União dos Militares de Goiás, a prisão foi abusiva, já que os bombeiros punidos buscavam melhorias. Além disso, denuncia um déficit de profissionais na corporação. “O governo não contrata mão de obra para a Polícia Militar, e nem para o Corpo de Bombeiros”, afirma o presidente da União, Valdenir Medrado.
 

Resposta
O comando do Corpo de Bombeiros explica que a jornada atual dos militares é de 24 horas trabalhadas por 48 horas de descanso. Além disso, afirma que a corporação estuda a possibilidade de implantar uma escala de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.
 

Já sobre a falta de trabalhadores, a corporação informou que o planejamento estratégico prevê a necessidade de concurso público para aumentar e efetivo nos próximos anos. Entretanto, não foi dito uma data específica para que isso ocorra.
 
Fonte: opopular.com.br/

domingo, 24 de maio de 2015

Campanha em apoio ao Site ao Câncer de Mama

O instituto do Câncer de Mana está com uma importante campanha. Vamos salvar o site do câncer de mama. O Site do câncer de mama não tem obtido o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota exigida pelos patrocinadores oferecerem mamografias gratuitas em troca de publicidade. Basta ir ao site e clicar no ícone cor-de-rosa que diz "Campanha da Mamografia Digital Gratuita. AGUARDAMOS O APOIO DE TODOS. http://www.cancerdemama.com.br/
Att: Paulo Roberto.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Resultado de uma parte da Audiência do dia 20 de mai 15, com o Ministro da Defesa e os 3(três) Comandantes das Forças Armadas

Resultado de uma parte da Audiência do dia 20 de outubro de 2015 com o Ministro da Defesa e os 3(três) Comandantes das Forças Armadas sobre os baixos salários da Força e outros.
Dep Federal Cabo Daciolo e Dep Federal Izalci se destacando
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terça-feira, 19 de maio de 2015

Major comete suicídio dentro de quartel em Feira de Santana

Um major do Exército Brasileiro cometeu o suicídio na manhã desta terça-feira (19), em Feira de Santana. 
Segundo informações, Alexsandro Ribeiro da Silva, 41 anos, tirou a própria vida no interior do 35º Batalhão de Infantaria, bairro 35 BI.
Segundo informações da polícia, o militar deflagrou um tiro no peito.O tenente-coronel Paulo Sérgio Brito (foto), comandante do 35º BI, informou que o major veio de Crato (CE), no mês de janeiro para o batalhão de Feira, e na manhã de hoje não saiu do alojamento para participar das atividades do dia. Momento depois, foi ouvido o estampido e ele foi encontrado morto.
O levantamento cadavérico foi presidido pelo delegado Laércio dos Santos, acompanhado do coordenador regional, João Uzzum. O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) para ser necropsiado.

Fonte: Blog Central de Polícia

terça-feira, 12 de maio de 2015

Falha pode levar 15 mil militares dispensados para a ativa

'A Aeronáutica não deu baixa dos praças no MTE e a dispensa prescreveu. Por isso queremos voltar',disse Carlos Lacerda, presidente da Anese
Os 15 mil militares dispensados pela Aeronáutica entre os anos de 2001 e 2007 podem voltar à ativa
Foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia

“A Aeronáutica não deu baixa dos praças no MTE e a dispensa prescreveu. Por isso queremos voltar”,disse Carlos Lacerda, presidente da Anese, que reúne os soldados especializados. O conselheiro legislativo militar da Anese Luiz Carlos Oliveira explica que para demitir, a Aeronáutica precisa divulgar em Diário Oficial e em publicações, o que não teria ocorrido. 

“Além disso, a administração tem um ano para informar a dispensa ao Ministério do Trabalho e cinco anos para finalizar o ato. Mas já se passaram 15 anos desde a primeira demissão dos soldados especialistas”, ressaltou. 
Os ex-soldados especializados entraram por meio de concurso público. Luiz Carlos diz que a Aeronáutica utilizou uma lei destinada aos outros soldados do serviço militar para dispensar os especializados, que tinham outro regimento.

NA ILEGALIDADE 
Carlos Lacerda conta o martírio para viverem na legalidade. “Estamos com problema ao abrir empresa, fazer concurso, pedir empréstimo ou auxílio doença, porque aparece duplo vínculo empregatício. E terei problema para me aposentar”, desabafa. Eles são concursados, mas alegam que foram demitidos através do regimento dos outros soldados.

NA LUTA DESDE 2008 
Desde 2008, um ano após o término das dispensas na Aeronáutica, os ex-soldados especializados tentam mostrar na Justiça a ilegalidade da demissão e o rombo com a multa não paga, que pode chegar a R$ 10 bilhões. Eles falaram com parlamentares (até com o vice-presidente Michel Temer) e esperam que o caso seja resolvido o mais rápido.

SEM INTERFERÊNCIA
A Secretaria de Gestão Pública (Segep) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informa que o cancelamento da impressão de contracheques elimina custos com papel e geraeconomia aos cofres públicos. O cancelamento da entrega dos contracheques pelos Correios não interfere no recebimento.

CRIAÇÃO DE E-MAIL 
A única consequência da nova medida, para servidor, aposentado ou pensionista, será que, sem criar uma conta de e-mail e sem cadastrar esse endereço eletrônico no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), não será possível visualizar o comprovante de rendimentos pela internet.

NOVOS CARGOS 
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cid</MC>adania da Câmara aprovou projeto de lei do MPU que reestrutura as carreiras dos seus servidores, com novos cargos e salários. O texto segue para o Senado. Os vencimentos de analista vão variar de R$ 7.323 a R$ 10.883. Os de técnico vão ficar entre R$4.363 e R$ 6.633 para o setor.

REAJUSTES DE 15% 

O salários de auxiliar do MPU também são reajustados, mas a carreira passará a constituir quadro em extinção, devendo os cargos ser extintos à medida que vagarem. O projeto também prevê reajustes de 15% para as funções de confiança, e reajustes entre 5,3% a 25% na remuneração dos cargos em comissão.

Fonte: O DIA