IMPOSTÓMETRO

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Candidato a Senador Reguffe 123 - Por Brasília

Número: 123

Nome para urna: Reguffe
Cargo a que concorre: Senador
Estado: Distrito Federal
Partido: Partido Democrático Trabalhista
Coligação: SOMOS TODOS BRASÍLIA (PSB / SD / PDT / PSD)
Senador 1º SuplenteJosé Carlos Vasconcellos 
Senador 2º SuplenteFadi Faraj 

Quase duas mil pessoas aguardam reintegração de posse no Alemão, Rio

Liminar de março ainda não foi cumprida pela Justiça do Rio.
Há sete meses no local, moradores esperam por definição.

Henrique CoelhoDo G1 Rio
Um dos acessos ao Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, é o atual endereço de quase duas mil pessoas há mais de sete meses. Elas vivem em clima de incerteza depois que uma decisão judicial definiu a reintegração da antiga fábrica onde se instalaram. Autoridades da área de segurança pública afirmam que estão planejando a operação para que a reintegração seja executada, mas até esta terça-feira (9) não havia prazo para ela acontecer.
O imóvel fica na Avenida Itaoca, 1776, na antiga fábrica do empresário árabe Tuffy Habib. Ele abriga 1992 pessoas cadastradas, mas o número pode chegar a quase cinco mil pessoas, segundo a associação de moradores da Nova Tuffy, como é chamado o local. A reintegração foi decidida pela 7ª Vara Cível do Méier no dia 31 de março, mas não aconteceu porque o Tribunal de Justiça do Rio não decidiu a data. 
Galpão de antiga fábrica de tecidos está lotada de barracos desde março  (Foto: Henrique Coelho/G1)Galpão de antiga fábrica de tecidos está lotada de barracos desde março (Foto: Henrique Coelho/G1)
Na decisão, o juiz André Fernandes Arruda aceita o pedido de reintegração, movido pela Comercio e Industria Tuffy Habib S.A e Associação Beneficente Recreativa Itaoca. Para que seja realizada, no entanto, foram mandados ofícios para as secretarias municipal e estadual de Habitação, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e à Secretaria Estadual de Direitos Humanos; ao comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, para viabilizar o cumprimento da ordem judicial; às procuradorias gerais do Município e do Estado e à Defensoria Pública Geral do Estado do Rio, para acompanhar a diligência e oferecer auxílio aos ocupantes.
No texto, Arruda afirma que esses cuidados foram tomados "em razão das peculiaridades do caso, do grande número de pessoas envolvidas na invasão e do histórico recente de conflitos na região". O juiz diz ainda que, apesar de compreender o ato dos réus, o déficit habitacional do Rio "não pode ser utilizado para justificar invasões e turbações à propriedade privada". Segundo o magistrado, estão sendo realizadas diversas reuniões para esquematizar a operação e a autorização da Polícia Militar é aguardada "para que a operação ocorra com a maior segurança possível".
Compasso de espera
Enquanto a reintegração não ocorre, os ocupantes esperam, em condições precárias, pelo fim do impasse. A fábrica, em um local desgastado e sem manutenção há pelo menos 10 anos, de acordo com moradores da região, foi invadida no dia 23 de março, e foi tomada em dois dias por tábuas de madeira para as barracas e lonas de plástico sendo usadas como teto em dias chuvosos. Os moradores, que sobrevivem com pouca água potável e sem saneamento básico, afirmam que não vão recuar.

"Temos que resistir. Somos todos sofridos, batalhadores. Queremos uma moradia. Um local como esse é uma vergonha. Não vamos sair sem solução", disse Sueli Edith de Souza, de 52 anos, que veio para a ocupação depois de não conseguir mais pagar o aluguel de R$ 350 na favela da Grota, no Complexo do Alemão.
Ocupantes de antiga fábrica fizeram lista com 1992 moradores cadastrados  (Foto: Henrique Coelho/G1 Rio)
Ocupantes de antiga fábrica fizeram lista com 1992 moradores cadastrados.
(Foto: Henrique Coelho/G1 Rio)
"Não estamos aqui para fazer baderna nem queremos ser usados. Só queremos uma solução para nosso caso de moradia, independentemente de quem venha a trazer isso", disse Carlos Alberto da Conceição, de 30 anos, montador de eletrodomésticos e presidente da associação de moradores da Nova Tuffy. "Isso aqui já é uma comunidade de fato", afirma ele. "Vão ter que tomar muito cuidado aqui se vierem reintegrar mesmo", diz o dirigente, mostrando a lista de moradores, atualizada recentemente.

Segundo Carlos Alberto, o diretor da Empresa de Obras Públicas (Emop), Ícaro Moreno Júnior, esteve na fábrica e prometeu que, quando voltasse, seria com uma promessa de cadastramento para que os moradores fossem para outra região. "Nunca mais entraram em contato. Queremos uma solução", pediu.

Em nota, a Emop informa que Ícaro vistoriou a área ocupada e que a empresa vem realizando diversas intervenções de reforma urbana de várias comunidades através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre elas a do Alemão, onde está a área invadida.

Durante a vistoria, Ícaro Moreno disse aos ocupantes que seria preciso um cadastramento, para que fosse verificada primeiro a real situação socioeconômica de cada família.
Foi feito um contato com a Secretaria de Governo da Prefeitura do Rio. Segundo a Emop, isso foi feito porque a Caixa Econômica e o Ministério das Cidades, agentes mais importantes do programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal , exigem que cada família seja previamente incluída no Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Quem faz esta inclusão são os Centro de Referência e Assistência Social (Cras) do município. O processo, segundo a Emop, está em andamento.

Foto dentro da antiga fábrica de tecidos Tufy 4 (Foto: Henrique Coelho/G1)Camila Lourenço da SIlva, de 25 anos, dentro do quarto onde vive com dois filhos.(​Foto: Henrique Coelho/G1)
Medo e falta de saneamento
Camila Lourenço da Silva, de 25 anos, estava morando de favor na casa de sua sogra, no Alemão. Parou de trabalhar aos 20 anos, quando teve o primeiro filho, Lucas. Desde então tem ficado à disposição dos dois filhos, já que há 4 meses nasceu Arthur. Atualmente, Camila se sustenta apenas com os R$ 400 do programa Bolsa Família, do Governo Federal. 

As violentas imagens da ação de reintegração do prédio da Oi, em abril, no Engenho Novo, Zona Norte, permanecem muito vivas nas mentes e olhos desses ocupantes, que não querem que as cenas – ônibus queimados, carros de polícia depredados, feridos e 26 pessoas detidas – se repitam. Ao ser questionada sobre uma possível ação violenta, Camila abraça com mais força o primogênito enquanto o amamenta.

“Deus que me livre disso. Aqui há muitas crianças, já imaginou o que pode acontecer caso haja gás de pimenta, bala de borracha? Espero que isso não aconteça”, disse ela, que mora hoje em uma sala do último andar da fábrica, em espaço de pouco mais de 10 m².

Os ocupantes reclamam que, devido à sujeira e à falta de esgoto, animais como ratos e baratas aparecem com frequência nas casas. Rosimeri Duarte, de 46 anos, mora em um barraco pouco depois da entrada da fábrica. Apesar do pouco espaço, ela vive ali com a filha Fabiana, de 5 anos, e conta que já teve que levar a criança à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, na Estrada do Itararé, devido à contaminação da água que vem para a ocupação, através de ligações clandestinas. "Ela teve diarréia, cólica, passou muito mal. Comprei um filtro e hoje em dia ela só toma água filtrada".

A presença de crianças na ocupação é marcante. Joyce dos Santos Silva, de 25 anos, tem três filhos: Juan Vitor, de 6 anos, Kariny Victória, de 4 anos, e Felipe Ricardo, de 1 ano e 6 meses. Ela deixou o Jacarezinho, no Subúrbio do Rio, onde morava com mais uma amiga, e vive na ocupação desde maio. "Ninguém está aqui porque quer. Estou aqui porque não tenho para onde ir com meus três filhos", contou.

Há espaço também para figuras solitárias. Neuza Monteiro Cardozo, de 72 anos, vive sozinha em um barraco nos fundos da ocupação, em um ambiente abafado e escuro. Ela sobrevive cuidando de crianças e fazendo faxinas, e diz que precisa ganhar dinheiro para dar presentes aos netos. "Só de netos, tenho 12. E agora um bisneto, que nasceu há um mês. Passo quase o dia inteiro fora e volto à noite", disse.

Dia da ocupação
Junior, um dos dirigentes da associação de moradores do local, conta que, no dia da chegada dos ocupantes, 40 a 50 famílias ocuparam o prédio e retiraram dois homens que tomavam conta do estabelecimento. Segundo o vice-presidente da associação, esses dois se mantinham às custas dos moradores e comerciantes da região.

"Eles estavam cobrando R$ 150 para cada carro guardado aqui, cobravam R$ 250 de cada comerciante daqui desse trecho da Avenida Itaoca. Tiramos eles daqui, e eles saíram atirando para o alto, de moto, e a polícia não fez nada", disse Junior.
Um funcionário de um posto de gasolina em frente ao endereço da ocupação, que não quis se identificar, confirmou que dois homens saíram do local disparando tiros para o alto. "Eles saíram daqui de moto, foi uma confusão muito grande", contou.
Ocorrências
O Alemão possui uma Unidade de Polícia Pacificadora desde 2010. De acordo com a assessoria das UPPs, no dia da entrada das famílias no local, houve registro de tiroteio na região, e também de roubo de objetos de dentro da área da fábrica.

No dia 10 de abril, os ocupantes da fábrica iniciaram uma manifestação na avenida Itaoca, e fecharam a via na altura do cruzamento com a Estrada do Itararé. De acordo com a assessoria das UPPs, os ânimos ficaram exaltados e um policial foi atingido por uma pedrada na cabeça, lançada por um manifestante. Segundo a assessoria, eles reivindicavam solução para a situação de falta de moradia na região.

Os moradores também passam por problemas quando há tiroteios na região, algo comum nos últimos meses. "Quando há conflitos, só podemos rezar para que não aconteça nada. Felizmente, nunca aconteceu", disse Vera Lúcia Pereira, de 58 anos, que está no local desde junho. "O aluguel de R$ 300 ficou muito caro para mim. Ficava entre comer e pagar o aluguel. Aí, vim para cá", relatou ao G1.

Respostas
Em nota, a Secretaria Estadual de Habitação informa que no dia 1º de abril deste ano, recebeu ofício do Poder Judiciário informando o deferimento da liminar de reintegração de posse da referida área. Por meio deste ofício, foi determinado que dois funcionários do Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj), órgão vinculado à Secretaria de Habitação, acompanhassem a diligência, juntamente com outros órgãos governamentais.

A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) foi notificada sobre a decisão e um planejamento de execução está sendo elaborado para o cumprimento da reintegração, porém sem data definida.

As outras entidades citadas na decisão já receberam os ofícios referentes ao caso, mas não responderam à reportagem do G1 sobre como vão proceder em relação à reintegração de posse.
Fonte: G1

PF investiga suposto vazamento de depoimento de Paulo Roberto Costa

Governo, CPI e Petrobras pediram o conteúdo da delação premiada.
Segundo revista, ex-diretor listou políticos que receberam de propina.


Do G1, em Brasília

A Superintendência da Polícia Federal no Paraná abriu uma investigação para apurar o suposto vazamento do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre um suposto esquema de propina na estatal. O inquérito foi aberto no sábado (6), após a publicação das primeiras reportagens sobre a suspeita de envolvimento de políticos no caso.

Em nota divulgada à imprensa, a PF informou que as informações são protegidas por segredo de Justiça, relativas à Operação Lava Jato. Segundo a corporação, as investigações sobre o suposto vazamento vão continuar na Superintendência em Curitiba.

As revelações levaram o governo e a oposição a se movimentar para obter mais detalhes do depoimento, feito dentro de um acordo de delação premiada, em que o investigado se dispõe a colaborar e apontar outros suspeitos em troca da possibilidade de reduzir sua pena, caso venha a ser condenado.

Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" nesta segunda-feira (8), a presidente Dilma Rousseff disse que pediu à PF e ao Ministério Público acesso aos depoimentos para saber se há integrantes do governo envolvidos. Afirmou que, se não for atendida, recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Também nesta segunda, o presidente das duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) que apuram denúncias sobre a Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), encaminhou um ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo acesso ao conteúdo dos depoimentos.

A Petrobras, por sua vez, também informou nque pediu ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, acesso às informações prestadas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa sobre o suposto esquema de propina que funcionava na estatal.

A companhia também disse ter solicitado às empresas citadas nas notícias informações sobre a existência de contratos com empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef, que, segundo as investigações, era responsável pela lavagem de dinheiro distribuído a políticos.

Na manhã desta segunda, o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), protocolou, por meio de assessores, cinco requerimentos relacionados aos desdobramentos da delação premiada, entre os quais pedido para que a CPI mista solicitasse o acesso "imediato" ao conteúdo dos depoimentos do ex-dirigente da estatal.

Reportagem da edição deste fim de semana da revista "Veja" afirma, sem dar detalhes ou apresentar documentos, que Paulo Roberto Costa revelou em depoimentos ao Ministério Público Federal (MPF), na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, que três governadores, seis senadores, um ministro e, pelo menos, 25 deputados federais foram beneficiados com as propinas.


Fonte: G1

terça-feira, 2 de setembro de 2014

'Tribunal Nazista' - Gilmar Mendes critica decisão do TSE que barra candidatura de Arruda

Ministro foi o único a votar para manter o registro de José Roberto Arruda.
Ele afirmou que quem cria jurisprudência específica é 'tribunal nazista'
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Mariana Oliveira
Do G1, em Brasília

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criticou nesta quarta-feira (27) a decisão tomada na véspera pela Corte Eleitoral de barrar a candidatura ao governo do Distrito Federal José Roberto Arruda, que tenta obter aval para manter a candidatura.

Gilmar Mendes entendeu que o TSE não poderia mudar seus entendimentos anteriores, de considerar a condição de elegibilidade do político no momento do registro de candidatura. Arruda foi condenado em segunda instância dias após protocolar o registro e foi barrado pela Lei da Ficha Limpa - a regra impede a candidatura de políticos condenados por mais de um juiz. Mendes foi o único a votar para que Arruda tivesse aval para candidatura.

"Todo tribunal tem escrúpulo em mudar a jurisprudência e justifica, quem tem responsabilidade institucional, justifica. Quer dizer, estou mudando por causa disso. E não faz de conta que ontem eu estava votando assim e hoje estou votando assado. Isso é brincadeira de menino. [...] A gente não cria jurisprudência 'ad hoc' [para uma finalidade específica]. Quem faz isso é tribunal nazista", afirmou o ministro antes da sessão desta quarta.

Na madrugada desta quarta, o plenário do TSE manteve, por seis votos a um, decisão que barrou a candidatura de José Roberto Arruda. O ex-governador poderá apresentar recurso ao próprio TSE e também recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Até uma decisão final da Justiça, Arruda pode continuar em campanha.

Durante o julgamento do TSE nesta terça Gilmar Mendes disse considerar que entendimentos anteriores do TSE fixaram que deveria ser observada a condição no momento do registro. Mendes destacou que mudar o critério agora fere a "segurança jurídica" e indica "casuísmo".

"É preciso que haja de fato uma definição e haja segurança jurídica. E a mim me parece, com toda as vênias, a prevalecer a orientação definida pelo relator, que essa segurança se evapora porque sempre vamos ter uma causa de inelegibilidade. [...] O modelo que se constituiu se afigura muito com uma roleta russa com todas as balas no revólver. Todos aqueles que tem algum tipo de atividade de gestão em algum momento correm o risco de ser atingidos."


Fonte: G1

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cerimônia de Promoção dos 3º Sgt a 2º Sgt do Quadro Especial no GSI/PR / Brasília-DF

Nesta data, em vários locais do Brasil, em todos os quartéis, vários praças foram promovidos de 3º Sargento para 2º Sargento do Quadro Especial do Exército Brasileiro.

Em Brasília GSI/PR teve a presença do Gen Ex Elito e diversas autoridades.

Meus parabéns a todos, e aos que ainda vão ser promovidos.



Att: Paulo Roberto

Jornais de todo o planeta se assombram com a subida de MARINA. Pode o Brasil enveredar pela terceira via? Perguntam.


O perfil de ecologista de Marina Silva parece agradar os europeus.

A Terceira Via é o nome que se dá à corrente política que apresenta uma conciliação entre capitalismo de livre mercado e socialismo democrático. Para o Jornal "MUNDO P", de Portugal, Marina se encaixaria nesse perfil.

Como ministra do Meio Ambiente, Silva lançou vários programas que retardaram o desmatamento na maior floresta tropical do mundo, disse o DailyNews.

Jornais de Portugal e Inglaterra descrevem Marina Silva como uma Popular ambientalista. Dizem também que ela deu uma reviravolta nas perspectivas eleitorais. A AFP disse que Marina impressionou o mundo em seu primeiro debate. 

Marina disse que pode ser o primeiro brasileiro "pobre, preto" a ser presidente do Brasil.

Marina disse no debate que Dima Rousseff, teve sua oportunidade e provocou no Brasil um crescimento econômico lento seguido de inflação descontrolada. Ela disse ainda que Dilma é um "gestor sem visão estratégica" que cometeu "erros claros" na manipulação da economia, disse Silva.

O fato de Marina ter Nascido em uma família de seringueiros do interior da Amazônia, e dela ter crescido em meio à pobreza tem tornado-a mais atraente ainda aos olhos de muitas pessoas, enjoadas da arrogância de Dilma Roussef.

Marina só aprendeu a ler e escrever aos 16 anos, quando ficou doente de hepatite e foi direcionada para um tratamento em Rio Branco, capital do Acre, onde se matriculou em um programa de alfabetização.

Aécio Neves para muitos tem o perfil mais "presidenciável" dos três principais candidatos, ele carrega em seu partido o mérito da implantação do plano real. Contudo, pelo menos por enquanto, tudo indica que Marina Silva deve ser a próxima presidente do Brasil. 

Mas mesmo em terceiro lugar nas pesquisas, se nada mudar, Aécio terá ainda lugar de importância no pleito. Pois se houver mesmo segundo turno entre Marina e Dilma, o resultado da eleição presidencial provavelmente eserá decidido na aliança realizada com o PSDB, partido de Aécio Neves.

Fonte: http://sociedademilitar.com.br

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O candidato a Deputado Distrital mais cogitado em Brasília - 3º Sgt da Aeronáutica Iolando Almeida

Iolando Almeida é 3º Sgt da Aeronáutica, Cristão, representante dos deficientes de Brasília, está sendo um dos mais cogitados a ocupar uma cadeira na Câmara Legislativa do Distrito Federal, agora com o apoio da Associação dos Praças das Forças Armadas (APRAFA), vem ganhando espaço e confiança no meio do povo militar, e cristãos dessa nossa linda Brasília.




Peço apoio a este nobre amigo que a anos vem nessa batalha, e que pode fazer uma grande diferença.
Vamos mudar este quadro, vamos trocar o povo que está lá, se não fizeram nada antes, não pode fazer nada depois.

A UNIÃO NÃO MELHORA A VIDA DE ALGUNS, MAS SIM DE TODOS.

Att: Paulo Roberto - Blogueiro