terça-feira, 28 de maio de 2013

O Ministério da Defesa solicitou a retirada de pauta do PL 4373/2012 - Projeto QE da Câmara dos Deputados


SEORI - A Secretaria de Coordenação e Organização Institucional do Ministério da Defesa, em 16 de abril de 2013 pede a retirada da PL 4373/2012 – Projeto QE, da Câmara dos Deputados, argumentando que as emendas terão repercussões negativas, alcançando também a Aeronáutica e a Marinha juntamente com o pessoal da reserva, todos a subtenentes e suboficiais, contrariando o Estatuto dos Militares e aumentando o Orçamento da União.

O Ministério da Defesa teme que o Projeto siga logo para a aprovação das emendas em plenário da Câmara dos Deputados, não podendo fazer mais nada pede urgência a retirada do projeto.

Tudo agora depende do CREDEN, pois o Ministério da Defesa não tem poder para retirar o projeto a não ser que o presidente do Creden acate a solicitação.

Lembrando que o pedido foi encaminhado diretamente à Presidenta da República Dilma Rousseff. Este projeto vem se arrastando deste o governo do ex-Presidente Lula.

- Mais uma vez vemos a dificuldade que temos em sermos reconhecido pelo próprio Ministério da Defesa. Somos soldados, cabos, taifeiros e sargentos das Forças Armadas, pleiteando a décadas o reconhecimento para darmos conforto às nossas famílias que são milhares espalhados em todo o Brasil, não temos direito a promoções sucessivas, transferências, cursos em diversos setores, ajuda de custo e muitas outras coisas.

Que Deus abençoe a todos os militares do Quadro Especial das Forças Armadas, e que o Creden não ceda a tal solicitação prejudicativa às famílias de vários militares do Brasil.

Att: Paulo Roberto

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Avião da FAB com militares brasileiros sofre acidente no Haiti


Estavam a bordo 12 tripulantes e 131 passageiros, todos militares do contingente da missão de paz no Haiti. Ninguém ficou ferido

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu um acidente neste domingo no Haiti. O Boeing 707, mesmo modelo que servia à Presidência da República no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e que recebeu o apelido de Sucatão antes de ser aposentado, partia do aeroporto de Porto Príncipe com destino a Manaus (AM) quando saiu da pista.
Avião da Força Aérea Brasileira sofreu um acidente neste domingo no Haiti
Foto: Thony Belizaire / AFP

Em nota, a FAB informou que a aeronave de matrícula KC-137 teve um problema técnico durante a decolagem, por volta das 15h30 (horário de Brasília). Estavam a bordo 12 tripulantes e 131 passageiros, todos militares do contingente da missão de paz no Haiti. Ninguém ficou ferido.
A FAB disse ainda que já iniciou as investigações para apurar os fatores contribuintes para o acidente.
Fonte: Terra

terça-feira, 21 de maio de 2013

Militares fazem convocação nacional urgente de resistência ao governo


CONVOCAÇÃO URGENTE!

Diante da falta de diálogo por parte deste governo revanchista que, notoriamente, tenta desmoralizar as forças de segurança regulares (Forças Armadas e Forças Estaduais) com comissão de meias verdades, sucateamento bélico e o “terrorismo salarial”, faz-se necessária uma resistência, ainda que ordeira e pacífica, já que dias sombrios rondam nossas famílias e a todos os brasileiros. Sendo assim, a UNEMFA e a ANMB convidam a todos que têm amor à Pátria, à Família, a Deus e à preservação da liberdade, a estar presentes na Vigília da Família Militar dia 11 de junho de 2013 (Dia da Batalha Naval do Riachuelo), em Brasília - DF, com concentração às 09:00h na Praça dos Três Poderes, onde lutaremos pelos nossos 28,86%, demais perdas e a PEC-300 dos Militares Estaduais! Essa Vigília não é um ato exclusivo de militares e sim de TODOS os brasileiros: Militares Federais, Estaduais, Ativos e Inativos, parentes, amigos e simpatizantes.
O dia 11 de junho foi escolhido por ser o dia em que se comemora a Batalha do Riachuelo, ocorrida no rio Riachuelo em 1865, um dos afluentes do rio Paraná. A batalha é um dos episódios da Guerra do Paraguai, o mais mortífero e violento conflito entre países do continente sul-americano.
Solicitamos a todos os participantes que levem água potável, cobertura (boné sem conotação política partidária), protetor solar. Os militares devem usar suas camisetas de serviço e os civis que queiram fazer parte desta batalha, camisas brancas. Lembramos que será expressamente PROIBIDO bandeiras de partidos políticos e sindicatos. 
Sabemos das dificuldades financeiras da tropa de outros estados da federação para o deslocamento, mas, quem puder comparecer, será muito bem-vindo.
Nosso muito obrigado ! Juntos somos fortes!
Ivone Luzardo – Presidente da União Nacional das Esposas dos Militares das Forças Armadas –UNEMFA
Marcelo Machado – Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB

TRISTE REALIDADE NO BRASIL!


Fonte: Facebook

domingo, 19 de maio de 2013

Militares Acreditaram no SENADO, mas Senado não acredita nos Militares.

Os militares das Forças armadas parecem ter sido a única categoria de cidadãos brasileiros a acreditar que o Senado iria responder aos anseios de um grupo que se manifestasse por meio do tão aclamado portal e-cidadania. Já foram quatro abaixo assinados virtuais, aliás, os únicos no portal que ja passaram de 10.000 adesões. O primeiro movimento, que aqui no site chamamos de marcha virtual, teve adesão gigantesca, mais de 300.000 assinaturas. Contudo, até agora nada aconteceu e nenhuma satisfação foi dada ao grupo que solicitou a discussão. Segundo o portal do senado as propostas foram enviadas para a comissão de Defesa Nacional.

Realmente isso faz parecer que os militares são considerados algum tipo de Semi-cidadão, com menor importância que os demais brasileiros.  Qualquer movimento que tivesse mobilizado tão grande número de pessoas seria manchete nacional, e até internacional, mas este foi paraticamente ignorado. O portal e-cidadania parece também tentar minimizar a participação nas solicitações, não divulgando a quantidade real de adesões.

Imagem do momento em que um dos pleitos estava com mais de 43.000 adesões.
http://sociedademilitar.com.br

sábado, 18 de maio de 2013

Militares sairão da Esplanada dos Ministérios. Afif ocupa parte de prédio do Exército.

O governo quer espaço para os Ministérios. O PT recebeu de Fernando Henrique 26 ministérios, Lula e a sucessora ampliaram bem esse número, que chega agora a 39. Muitos perguntam se Dilma pretende superar o lendario Ali Baba, que tinha o "fabuloso" número de 40 auxiliares diretos.



O novíssimo gabinete de Guilherme Afif ocupará parte do prédio ocupado pelo Exército Brasileiro. Segundo o Exército, no segundo semestre deste ano tanto o prédio principal quanto o anexo estarão desocupados pela Força. O Ministério do Planejamento, a quem a Secretaria de Patrimônio da União - que controla os imóveis da União - está vinculada, informou que ainda não há decisões sobre que outros órgãos poderão migrar para a área ocupada por militares.
O inchaço da máquina pública desde o início do governo petista tem levado o governo a gastar milhões com aluguéis de imóveis para acomodar os novos inquilinos.
A desocupação de prédios dos comandos militares não focou só nisso. Antigos ministérios - e hoje comandos da Aeronáutica e da Marinha - também terão novas sedes fora da Esplanada. A atual ocupação militar na Esplanada é herança dos tempos em que, em vez da Defesa, havia as pastas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Há quase 14 anos foi criada a pasta da Defesa, mas os comandantes das três Forças, apesar de terem perdido o status de ministro, continuaram na Esplanada dos ministérios comendo o que cai das mesas de Dilma e seus amigos.
http://sociedademilitar.com.br   (Fotografia trabalhada e modificada de http://jgimenez.fot.br/)

---------------------------------------------------------------------------------------------------

SÓ PRA LEMBRAR A ELES QUE TEREMOS ELEIÇÕES EM 2014, VAMOS TIRAR TODOS QUE SÃO CONTRA A FAMÍLIA MILITAR.

Att: Paulo Roberto

ACORDA BRASIL!



Deputado Federal Jair Bolsonaro entrou com mandado de segurança para pescar em estação ecológica de Angra

MP afirmou que Jair Bolsonaro quer "um verdadeiro salvo-conduto de pesca emitido pelo Judiciário", algo "impensável" do ponto de vista jurídico


RIO — O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) resolveu comprar briga com entidades de defesa do meio ambiente, a pretexto de apoiar pescadores da região da Costa Verde. O parlamentar entrou com um mandado de segurança na Justiça Federal a fim de obter autorização para a prática de pesca amadora na Estação Ecológica de Tamoios (Esec Tamoios), em Angra dos Reis, unidade de conservação federal de proteção integral, onde é proibido qualquer tipo de intervenção humana. O Ministério Público Federal no Rio, em parecer sobre o caso, afirmou que Bolsonaro quer "um verdadeiro salvo-conduto de pesca emitido pelo Judiciário", algo "impensável" do ponto de vista jurídico. Também está em análise, desde março deste ano, pela Procuradoria Geral da República, em Brasília, se houve uma suposta prática de crime ambiental por parte do deputado.

O mandado de segurança é pessoal, personalíssimo, só favorece ele. Se ele quisesse favorecer outras pessoas, que ajuizasse uma ação popular, por exemplo, ou uma ação civil pública por alguma associação. Os pescadores têm associações e nunca pleitearam isso — explicou o procurador da República Maurício Manso.


Foi depois de uma multa de R$ 10 mil aplicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em janeiro do ano passado — quando foi flagrado pescando num barco no costão da Ilha de Samambaia, que integra a Esec Tamoios —, que o deputado federal abriu fogo contra os fiscais do Ibama, analistas ambientais e procuradores. De acordo com relatório de fiscalização do órgão, o parlamentar argumentou que tinha autorização para pescar em qualquer ponto da Baía da Ilha Grande. Inconformado, ele chegou a ligar para o então ministro da Pesca, Luiz Sérgio (PT-RJ), ex-prefeito de Angra, que o aconselhou a deixar o local.


— Estávamos numa patrulha normal quando encontramos a embarcação do deputado, que não quis se identificar. Mas o reconhecemos de imediato. Ele tentou argumentar que estava num momento de lazer, mas explicamos que a proteção era integral e, por esta razão, era proibida qualquer tipo de atividade. Ele foi arrogante e prepotente — lembrou o então chefe do escritório do Ibama em Angra, José Augusto Morelli, que não atua mais como fiscal de campo desde o episódio.

Colônia de pescadores nega apoio

O deputado alega que foi humilhado pela fiscalização, ressaltando que não há placas de aviso na Ilha de Samambaia:

— Esse pessoal do Ibama é arbitrário. Eu estava só com uma varinha de pescar, não usava arrastão, nem arpão. Isso que eles fazem é um absurdo. Na região há cerca de 15 mil pescadores humildes sendo impedidos de trabalhar. Eu mesmo só estava pegando umas cocorocas. Podia comprar um pescado na peixaria, mas queria aproveitar meu lazer. Tenho casa lá. Simples, não é como a de outros colegas. Além disso, não havia placas no local. Apesar de eu saber que lá não era permitido pescar, pois fiz um requerimento de informações ao Ministério da Pesca, achei um absurdo a proibição.

Apesar de afirmar que está defendendo os pescadores, o presidente da Colônia dos Pescadores Z18 de Paraty, Márcio de Alvarenga Oliveira, nega tal apoio por parte do parlamentar:

— A gente vem lutando pelo pescador, cria da região, que sustenta a família da pesca artesanal. Temos 1.100 associados. Nós somos profissionais e estamos fazendo um acordo (termo de compromisso) com o pessoal da Esec Tamoios para pescar em determinados pontos, sem interferir no meio ambiente. No início, não entendíamos a importância da preservação da região. Realmente, não se pode abrir espaço para embarcações grandes. As nossas são canoas, sem potência para ir mais longe. Essa pessoa (Jair Bolsonaro), que não gosto nem de citar o nome, está brigando porque foi flagrada por lá degradando. Ele não nos representa — afirmou Márcio.

O assunto se arrastou numa disputa jurídica até a Procuradoria Geral da República, em Brasília, onde Bolsonaro estaria sendo chamado para prestar esclarecimentos. A procuradora Monique Cheker, da Procuradoria da República em Angra dos Reis, que declinou da atribuição por causa do foro privilegiado de Bolsonaro, analisou a importância da reserva.

— A Estação Ecológica de Tamoios é uma das áreas com mais restrições em termos ambientais, pois tem como propósitos a pesquisa científica e o monitoramento da região. Foi criada pelo decreto 98.864/90, do ex-presidente José Sarney, reforçado por uma lei em 2000 que amplia este caráter de proteção.

Dois projetos de lei para a região.

Coincidência ou não, após o bate-boca entre o deputado e os fiscais, foram propostos dois projetos de lei na Câmara dos Deputados. Um deles, por ironia, é do deputado federal Luiz Sérgio, ex-ministro da Pesca e ex-prefeito de Angra, sobre a liberação de embarcações particulares, pesca artesanal ou amadora, além da utilização das praias por banhistas, na Esec Tamoios. O outro é de iniciativa do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), também com o mesmo propósito. Os projetos foram apresentados por deputados aliados do governo.

Para a procuradora da República Monique Cheker, os dois projetos são inconstitucionais e um retrocesso ao novo Código Florestal:

— Ambos tiram a proteção ambiental da Estação Ecológica de Tamoios. Estaríamos andando para trás. Há outras ilhas na região liberadas para a pesca. Por que autorizar logo numa unidade de proteção integral?

Régis Pinto de Lima, chefe da Esec Tamoios, gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ressalta que a importância da área se deve à implantação das usinas nucleares:

— A estação foi criada em consequência do programa nuclear brasileiro como uma espécie de compensação ambiental. Se, por acaso, ocorrer algum efeito nocivo proveniente das usinas, é na estação que os pesquisadores serão capazes de detectar os impactos ambientais e reverter o processo.

Atualmente, a estação conta com apenas duas analistas ambientais fiscalizando a área. Como o único barco está inoperante, o remédio é monitorar os barcos pesqueiros acima de dez metros ou 50 toneladas apenas por meio do sistema de rastreamento de embarcações por GPS. Trata-se de um programa recentemente instalado nos computadores da Esec Tamoios, pelo qual é possível perceber se há pesca no local, autuando de imediato os infratores. O Ibama também passa por dificuldades para fiscalizar, pois conta apenas com um fiscal para patrulhar um terço do litoral do estado do Rio com um barco.

Fonte: O GLOBO

ONU nomeia general do Brasil para comandar missão de paz no Congo


Santos Cruz chefiará 23,7 mil homens e terá missão de neutralizar rebeldes.
'Vamos fazer o que precisa ser feito', diz general, que já atuou no Haiti

Tahiane Stochero
Do G1, em São Paulo

O general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, de 60 anos, foi nomeado nesta sexta-feira (17) pela Organização das Nações Unidas como novo comandante militar da missão de paz no Congo (Monusco), que possui o efetivo de mais de 23,7 mil homens, tem caráter de imposição da paz e é a única atualmente com autorização para intervir em um conflito. 
Santos Cruz estava na reserva do Exército e atuava
no governo federal antes da nomeação da ONU
(Foto: Felipe Barra/Ministério da Defesa)
O G1 divulgou com exclusividade em 24 de abril o convite feito diretamente pela ONU ao general em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Exército na missão de manutenção da estabilidade no Haiti (Minustah), comandada pelo Brasil desde 2004.
Ao contrário das missões normais da ONU, como a do Haiti, em que as tropas buscam a imparcialidade e não podem atacar, a missão do Congo é de imposição da paz e os soldados podem ter ações "proativas", o que, no jargão militar, signfica que os soldados podem realizar operações para prender e recuperar áreas dominadas por rebeldes.


Em 28 de março, o Conselho de Segurança autorizou a Monusco a ter uma "brigada de intervenção", com tropas de Forças Especiais e a missão de "neutralizar" grupos criminosos que provocam a violência no país.

"A brigada de intervenção tem um mandato definido, que é trazer a paz e garantir melhores situações para o povo do Congo. E a missão vai ser cumprida. Vamos fazer o que tem que ser feito para atingir os objetivos do mandato", afirmou o general ao G1 após a nomeação, salientando que ainda não definiu quais estratégias empregará para pacificar o Congo.


"É com felicidade que recebo esta missão. Devo embarcar para Nova York o mais rápido possível, talvez na próxima semana, onde terei um treinamento inicial na ONU e depois devo seguir direto para o Congo", disse.


A nomeação de Santos Cruz foi anunciada nesta sexta-feira pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Ele vai substituir o general de divisão indiano Chander Prakash Wadhwa, cujo mandato foi concluído em 31 de março, informou a ONU.
O general comandou as tropas da ONU no Haiti entre
2007 e 2009 (Foto: Logan Abassi/ONU)
Santos Cruz foi o comandante das forças da ONU no Haiti entre 2007 e 2009, chefiando mais de 12 mil homens. Ele foi o general brasileiro que mais tempo ficou no posto. Atualmente é general de divisão, tendo passado para a reserva do Exército em novembro de 2012, após não ter sido promovido à mais alta patente da Força. Em seguida, passou a integrar a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.

"A situação do Congo é bem diferente da do Haiti. É um país de dimensões continentais, com vários grupos rebeldes distintos, diferenças étnicas. Uma situação extremamente complexa. Mas a comunidade internacional está apoiando a iniciativa da ONU", afirma o general.


Santos Cruz trabalhou no Haiti em conjunto com o representante da ONU na Minustah, o guatemalteco Edmond Mulet, no processo de pacificação das regiões mais violentas do país caribenho, como Cité Soleil, em que foram necessárias operações robustas para que os capacetes azuis recuperassem áreas dominadas por grupos armados.


Atualmente Mulet é subchefe do Departamento de Missões de Paz das Nações Unidas (DPKO). Em setembro de 2012, em entrevista exclusiva ao G1 no Rio de Janeiro, Muletafirmou que havia feito a Amorim o pedido para que o Brasil enviasse tropas para outra missão de paz no mundo, além do Haiti.


O processo de negociação para que soldados do Exército integrem a força no Líbano começou em 2013, após a ONU consultar o Brasil se um batalhão poderia ser enviado.

ONU quer 'neutralizar' rebeldes

O conflito no Congo teve início após o genocídio em Ruanda, em 1994, segundo a ONU, e em seu período mais sangrento, entre 1996 e 2003, teria resultado em 4 milhões de mortes.


Desde então, diversos grupos rebeldes se ramificaram pelo país. O maior deles é o Movimento 23 de Março (M23), formado por ex-militares e que, em 2012, tomou o controle de diversas áreas do país. Desde julho de 2010, quando a missão foi criada, 55 soldados da ONU morreram em ataques rebeldes.
Tanque das Forças Armadas de Congo passa em
Goma, cidade tomada por rebeldes
(Foto: Phil Moore/AFP)
Em 28 de março de 2013, uma resolução do Conselho de Segurança, em uma situação inédita na história da ONU, deu à Monusco um mandato para ocupar territórios dominados por grupos rebeldes, em especial o M23, acusado de ataques contra a população, abusos aos direitos humanos, exploração sexual e violação ao direito internacional. A ONU determinou que fosse adicionada à tropa atual no terreno uma “brigada de intervenção”, que terá três batalhões de infantaria, uma artilharia e uma companhia de Forças Especiais.


O objetivo da tropa será “neutralizar” os grupos armados no país, tendo direito a usar “todos os meios necessários” para recuperar as áreas dominadas pelos rebeldes, prendê-los e garantir a paz. A missão tem caráter ofensivo e pró-ativo e foi criticada por rebeldes disseram que a ONU estava perdendo a imparcialidade.

No mandato da Monusco que criou a brigada de internveção, o Conselho de Segurança diz que o caso tem "base excepcional", "não cria precedente" e também não prejudica os princípios que gerem as missões de paz.
Fonte: G1

quinta-feira, 16 de maio de 2013

"O povo brasileiro tem de tomar vergonha na cara e ir às ruas", afirma Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil

Entrevistamos Marcelo Machado, militar brasileiro e Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil (ANMB).


Prezado Marcelo, como você define "corrupção"?


A corrupção está intrínseca na cultura do Brasil, não só na administração pública, mas em todos os segmentos onde o “negócio” está envolvido. Sempre vêem o “jeitinho” de se dar bem nas comissões ofertadas para escolha de determinado produto em detrimento de outro, mesmo de maior qualidade. Na iniciativa privada este recurso praticamente acabou, estando ainda presente nos “negócios” da administração pública, onde constantemente são denunciados.

Que tipo de modelo estatal tende a acentuar os índices de corrupção?

Na verdade, o modelo pouco interfere na corrupção, já que existem órgãos fiscalizadores e mesmo assim ela é contínua, parece que todos tendem a se corromper. Creio que a opinião pública deva estar sempre bem informada para combater este mal que prejudica os que mais necessitam dos serviços prestados pelo governo. A imprensa seria a fonte de denúncias, mas, ela também está inclusa no sistema corrupto.

A corrupção ocorrente no Brasil é mais agravada que em outros países? Por quê? 

A corrupção é um mal, e, como tal, está presente na natureza humana, em maior ou menor escala. No Brasil atual, ela é fonte de publicações em diversos países, não chegando ao conhecimento do eleitorado brasileiro que fica preso à propaganda do governo em horário gratuito televisivo. Diante disso, respondo que sim, no Brasil é mais grave na medida em que não há o conhecimento, sendo este disseminado somente nas redes sociais, onde, ainda poucos, tem acesso, ou não tem interesse em participar deste conhecimento.

Há soluções para a corrupção? Quais foram aplicadas com sucesso por outros países?

No Brasil, a solução é combater a corrupção, já que está enraizada em diversos setores, inclusive nos detentores do PODER/DEVER de combatê-la com a efetiva fiscalização e punição. Os exemplos italiano (Operação Mãos Limpas) e o chileno (foram tomadas medidas diversas, tais como a redução de 80% no número de cargos comissionados e a implantação de mudanças no sistema de financiamento de campanhas eleitorais), considerados um sucesso no combate à corrupção ao longo da década de 1990.

Como a cultura brasileira interfere para a prática da corrupção? Há uma interferência relevante?

A corrupção nasce do povo, que vê no “gato” na rede elétrica, na TV a cabo, na internet e na propina paga ao policial algo como um “golpe de mestre”, enaltecendo seu valor de “malandro” que se dá bem. São culpados pelas mazelas aplicadas contra eles mesmos, na medida em que não acompanham nem protestam contra as notícias de corrupção envolvendo quase toda a classe política hoje existente.

Como a corrupção pode deteriorar o Estado e a vida pública?

Deteriora sensivelmente os diversos serviços prestado pelo Estado; estamos cientes que a saúde é a mais afetada, com o povo morrendo nas portas dos hospitais onde os profissionais de saúde não dispõem do mínimo para seu atendimento. Em algumas regiões do Brasil temos ainda um povo faminto, e o governo federal doando 80 Toneladas de arroz para Cuba. Este mesmo País chamado Brasil, com a saúde moribunda, doa 1 milhão de dólares para inaugurar um centro médico em Hebron, na Palestina. Isto também é corrupção, na busca de aliados estrangeiros numa possível tomada de posição contra o que hoje se apresenta.

Como ocorreu a corrupção no período do Regime Militar Brasileiro? Qual a incidência? Como foi combatida?

A noção de corrupção dos militares sempre esteve identificada com uma desonestidade específica: o mau trato do dinheiro público. É notório que houve corrupção, mas, não na escala hoje apresentada, onde as “comissões” ultrapassam os 40%, fora os “aditivos”. Nota-se também que naquela época a arrecadação podia ser facilmente sonegada, o que hoje é mais difícil com os meios existentes para fiscalização, levando a um maior volume de capital. Nota-se também que os mais corruptos daquela época ainda estão presentes no cenário político brasileiro, vivendo como milionários às custas da miséria de seus eleitores, soma-se a isso um projeto de governo que necessita de muito dinheiro para custear suas intenções. Nenhum dos Presidentes militares se tornou um milionário como os políticos atuais, e isto é fato.

A corrupção no governo atual é maior que em tempos passados? Por que? 

Como já dito anteriormente, a arrecadação de hoje é muito maior, em vista dos meios digitais para fiscalizar. O projeto de governo é se eternizar no poder, e para isso é necessária grande soma em dinheiro para distribuição a todos que possam se posicionar contra, como também buscar (com dinheiro) apoio externo em diversos países com ideologia idêntica, veja as diversas doações em dinheiro em detrimento do povo brasileiro.

Comente alguns casos notórios de corrupção, explicando como poderiam ser evitados. 

Não vou me ater a alguns casos notórios e sim a todos, a corrupção é continuada, não são casos. É um conjunto de governo corrupto, em que todos os segmentos se beneficiam, desde a campanha até o governar propriamente dito, onde se faz necessário comprar todos para que não haja oposição. Mais recentemente, vimos o “mensalão”, farta distribuição de verba corrupta para corruptos.


Como ocorre a corrupção nos meios públicos em geral?

Bem, no meio público, a corrupção tem várias vertentes, vai desde a captação de dinheiro até a distribuição para compra de possíveis opositores e calar a boca dos “amigos”. A captação se dá principalmente em obras grandes, onde há o superfaturamento e os “aditivos”, sem a certeza que a obra ficará pronta. Exemplo disso é a transposição do Rio São Francisco, com um custo inicialmente estimado em R$ 4,5 bilhões, a transposição agora está orçada em R$ 8,2 bilhões. A previsão de entrar em funcionamento em 2010 não pôde ser concretizada e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, promete entregá-la em 2015. O empreendimento tem só 43% concluídos, o mesmo índice observado em 2012. Grande parte da obra se encontra em estado de deteriorização e abandono.

Comente, por favor, a corrupção nos meios militares. Como ocorre? Como é combatida? Qual a incidência?

Seria mentir eu dizer que não houve e não há corrupção no meio e no governo militar. No meio militar ela é severamente combatida, submetendo o infrator ao regulamento disciplinar e a Lei infringida, com toda a apuração que, em casos mais graves podem chegar à exclusão da Força Militar cumulativamente com a condenação penal. No governo militar também houve corrupção, já que alguns presentes no atual cenário político nacional, também estiveram presentes no governo militar.

Como os militares podem contribuir para combater a corrupção?

Combater a corrupção no atual cenário não há como, vimos os condenados pelo STF se insubordinarem àquela decisão e ameaçando recorrer a Corte Internacional de Direitos Humanos, como se fosse ele uma vitima do STF. Portanto, o Brasil está fora dos trilhos, a Constituição, as Leis e as decisões da Justiça parecem não ter valor para estas pessoas e tirá-las do poder é a única maneira de restaurar a Legalidade e a efetiva Democracia.

Os militares estão amarrados e nada farão sem aclamação popular, suas decisões fogem até aos assuntos pertinentes a eles, como a compra de equipamentos que ficam décadas à espera de "deci$ão” ou pela melhor comissão.

Como o índice de liberdade de imprensa afeta este combate?

Liberdade de imprensa no Brasil é um tema interessante, ela já vigora, não por cabresto legal, mas por cabresto financeiro. As grandes mídias televisivas e impressas não ousam atacar diretamente o governo em suas falhas, só apontando o que é impossível esconder. Vemos isso acontecer no Rio de Janeiro, onde o governador Sergio Cabral é inatacável, estando seus diversos crimes impunes, a mídia comprada com as diversas verbas publicitárias. Portanto, ela só caberia às redes sociais ou aos pequenos repórteres que inclusive estão sendo assassinados pelo Brasil afora. O Brasil já registrou, em 2013, o assassinato de quatro jornalistas. É o terceiro país com maior número de mortes de profissionais de imprensa no exercício da função, segundo a Press Emblem Campaign, entidade com sede em Genebra e que defende a criação de regras internacionais para proteger jornalistas em zonas de guerra.

Como a legislação em vigor interfere neste processo?

 A legislação pouco interfere, pois, como já disse antes, Constituição e Leis estão sendo ignoradas, com a aquiescência dos Poderes que detém o PODER/DEVER em reprimir tais ações, o STF foi exceção quando das condenações no caso “mensalão”, mas as penas ainda não estão sendo cumpridas, estando os crimes impunes.

Quais atitudes o governo brasileiro e a população, de modo geral, deverão tomar para minorar, ainda que não se erradique, a corrupção?

Vergonha na cara! Sim, vergonha na cara. O governo não vai impor nenhum combate a corrupção, pois é quem exerce a corrupção com Plenitude, a população segue leniente não exercendo seu poder para tirar os corruptos do poder, permitindo que diversos criminosos continuem a exercê-lo em seu nome. Vejo que o povo deve ir às ruas para mostra sua indignação e não ficarem acomodados como beneficiários das diversas “bolsas” ("cala boca") disponíveis.

O que cada um, como cidadão, pode fazer para ajudar no combate à corrupção?

Se unir. As diversas reivindicações do povo brasileiro são provenientes de uma única fonte causadora, a corrupção. Falta de saúde, educação e segurança, bem como a fome e a seca são oriundas da verba que é desviada para diversas finalidades escusas, inclusive a países estrangeiros como Cuba e Palestina, em detrimento do povo sofrido e carente do Brasil.


PALABRAS DE IVAN SOMARIVA SGT QE R/1 ADVOGADO OAB/PR 66.560


Eu ao contrário acho que criamos uma ampla frente de debates, e conseguimos levar aos olhos da sociedade e dos políticos a real situação da nossa força EB, causamos tamanha mobilização que foram obrigados a marcar audiências públicas para discutir nossa situação, ao contrário de 2004, que quando vimos o projeto já estava aprovado com um único interesse beneficiar nossos colegas taifeiros.
Dessa vez fomos mais espertos e demos um passo além do que podiamos dar, ousamos, estamos lutando, e principalmente nos unimos, não devemos e nem podemos pensar como os desesperados, ao contrário nosso pensamento deve ser de vanguarda, idéia de ponta, estamos apenas começando a luta, toda essa demora faz parte do jogo, e quem vai perder vai ser quem entregar os pontos primeiro.
Gosto da frase do Raul Rios, o dia mais fácil para o que foi ontem, acho que ele esta certo cada dia é uma nova batalha, e devemos estar sempre preparados para vencer.
Nunca vi nos meus 25 anos de ativa, tanta informação circulando a respeito de um assunto, nunca vi tanta união em torno de um assunto, o que mais chama atenção dos chefes é a nossa união, então não é o momento de idéias de desânimo e desencorajamento, essa devemos guardar no mais profundo de nossa íntima consciência, vamos continuar unidos e motivados.

A PALAVRA É UNIÃO, FORÇA CORAGEM E DETERMINAÇÃO, DEVEMOS SER QUE NEM O MILITAR AUDAZ (INFANTE), e para ser infante é necessário alguns atributos, tais como:


1) higidez física;
2) coordenação psicomotora necessários à profissão militar;
3) capacidade de resistência (vigor físico e mental para resistir à dor, fadiga, estresse e privação causado pelos exercícios militares) e aqui diga-se resistir as idéias inatas, de desânimo;
4) Resistência - controle físico e intelectual diante de situações extremas (PL 4373/2012), sem demonstrar enfraquecimento ou cansaço. Aquele que mostra poder de recuperação rápido diante de uma jornada extenuante suporta exercícios de longa duração (audiência pública), com todo o equipamento e sob situações adversas e demonstra boa disposição durante uma instrução especial, enquanto a maioria já exterioriza fadiga.

5) Rusticidade - Apesar do rigor da missão, mantém-se firme para atingir as metas que levarão ao cumprimento da missão, independentemente do ambiente em que permanecer, bem como mostra capacidade de adaptar-se a situações e locais desprovidos de mínimo conforto para seu bem-estar físico e mental. 

Se não preenchermos ao menos dois desses atributos demonstraremos que não estamos aptos a lutar.

CORAGEM.

IVAN SOMARIVA
SGT QE R/1
ADVOGADO OAB/PR 66.560

PALAVRAS DO CB QESM DA MARINHA DO BRASIL


Prezado Paulo Roberto

Nós (militares) guardiões da democracia, exemplo de dedicação à Pátria; deveríamos dar o exemplo e sermos exemplo de civilidade; contudo, o que vejo são pessoas que falam e cobram mais não o faz; por que não posso crescer profissionalmente??? Por que não tenho o direito de pleitear uma melhoria de vida para mim e minha família??? Isso é agir contra a Instituição a que pertenço??? Exercer um direito legal que consta na Carta Magna, a qual eu jurei defender!

Não queremos brigar, não queremos tirar nada de ninguém, só queremos o direito que todo cidadão brasileiro tem; o direito de dar uma vida mais digna a nossos filhos.

Movimentações estão ocorrendo com o intuito de mudar o estatuto dos militares e prejudicar ainda mais os QE; a idade limite será (de acordo minuta) diminuída; com isso, eu não serei promovido a 2ºSG por causa da idade; só que quando eu entrei a regra era outra; isso ocorre agora por que? Pressão pelos itens àcima citados estarem sendo buscados (justiça social).

Não devemos desistir, não devemos nos acovardar, afinal, não estamos e não queremos lutar contra nossa casa (instituição) só queremos ser amados por ela, assim como nós a amamos.

CB QESM MB

CÁRCERE PRIVADO É CRIME

Através de uma entrevista ao qual se deve manter sigilosa para não haver retaliação, muitos militares do quadro especial da Marinha Brasileira, em Brasília, teve que sair tarde do quartel, pois seus superiores mantiveram todos os militares QE em força para descobrir quem foi que mandou as emendas para a Câmara dos Deputados da PL 4373/2012, foi um verdadeiro tratamento de cárceres privado, pois descobrindo, mandariam para o Rio de Janeiro onde muitos lá moram em favelas, passando por diversas necessidades juntamente com suas famílias. A ditadura permanece em muitos quartéis, onde a sociedade e os direitos humanos não podem entrar. Onde estão os direitos desses cidadãos brasileiros que não podem exercer seus direitos constitucionais? Não podemos deixar tais coisas acontecerem, pois o que está em jogo são a dignidade dessas famílias militares, enquanto a elite ta se lambuzando de Alcatara, os praças estão ajuntando as migalhas que caem da mesa.

Fonte Reservado sobre direito à Liberdade de Expressão Assegurada pela Constituição Federal de 1988.

PALAVRAS DE UM GUERREIRO DO QUADRO ESPECIAL


Caros Companheiros QE.

No dia 5 de dezembro de 2011, foi encaminhado o PL 4373/12, para a Câmara dos Deputados Federais.
E de lá para cá temos sido manipulados pelo Presidente da CREDN - Sr. Dep. Nelson Pelegrino – PT/BA e pelo Relator do PL Dep. Cláudio Cajado – DEM/BA.

Como se vê, um ano e meio se passou e nada de concreto aconteceu, foi solicitado uma Audiência Pública que provavelmente acontecerá após a construção de uma nova Brasília.

É frustrante ver que o representante do povo, legisla em prol do umbigo.

É notório que há má vontade por parte dos chefes militares (não comandantes), até entendo, a vaidade e o ego não permite visão além do nariz. O apego à coisa pública traduz em omissão e essa omissão sobrepõe valores da Instituição. Vivemos um caos, o tempo do salve-se quem puder, o cargo é meu!

Procuro respostas para entender esse jogo sórdido de procrastinação por parte do Exmo. Sr. Dep. Cláudio Cajado e não encontro respostas, fatos iguais ao que ora vivemos traduz a credibilidade do Legislativo perante a sociedade brasileira.

A omissão do relator aliada ao descaso que vive a família QE gera incerteza e podridão, o que é uma pena para um País que almeja uma cadeira permanente no conselho da ONU.

Por um momento, quando da indicação do Dep. Cláudio Cajado para relatoria do PL, fiquei feliz, advogado, homem conhecedor das leis. Logo me veio à mente a figura do Ilustre Presidente do STF – Ministro Joaquim Barbosa.

Mas hoje, quanta decepção! Perdoe-me Ministro Joaquim Barbosa por infeliz comparação.

Às vezes fico a me perguntar, qual seria o conchavo entre o relator do PL e os chefes militares?

Esse jogo rasteiro contamina as nossas vidas e de nossas famílias, pois somos obrigados a conviver com essa triste realidade. Fico a imaginar como será a vida dos meus netos, uma vez que a retidão de caráter caminha na contramão dos valores morais e da legalidade.

Houve um período em que nos encontrávamos amordaçados e sem nenhuma possibilidade de mostrarmos que existíamos. Hoje pelo menos, ainda que, contando com a má prestação de um parlamentar, a nossa voz transpôs os muros dos quarteis. E ainda que, com todo esse conchavo entre Executivo e Legislativo, conseguimos mostrar a sociedade que há uma classe dentro das FFAA que sofre preconceito e é subjugada pelos irmãos de fardas e atualmente relegada ao descaso do Representante do Povo - Dep. Fed. Cláudio Cajado – DEM/BA. Aquem agradeço a continuidade dessa lastimável situação.

Apesar dos pesares, o Quadro Especial tornou-se atualmente em exemplo de garra e de luta dentro de um sistema corrupto e corruptível. A Instituição a qual pertencemos não acreditou que pudéssemos nos mobilizar e fazer ecoar um grito de socorro tão forte.

A todos os irmãos do QE/QESA e QEMAR orgulhe-se pelo feito, a sociedade brasileira tomou conhecimento da nossa existência e isso é imutável.

Você que se dispôs a lutar, parabéns pela sua ajuda e de seus familiares, pois sem ela seria impossível alcançar tamanha divulgação no cenário nacional.

Agora façamos valer os nossos direitos na próxima eleição, vamos votar correto, façamos representante do povo quem realmente defende o povo.

Rogério - JF