quarta-feira, 27 de novembro de 2013

SHOPPING POPULAR DE BRASÍLIA QUASE FECHANDO

Localizado nas margens da BR 070, ao lado da antiga Rodoferroviária, foi construído este shopping para centralizar os feirantes que estavam espalhados em Brasília, mas depois da Reforma da Rodoferroviária e sendo construída outra no centro de Brasília, ouve uma perda de 90% de clientes no local. Mesmo colocando um banco do BRB e um posto do DETRAN e um amplo estacionamento a lado e no subsolo, não tiveram mais rendimento algum, ficando várias lojas fechadas por falta de clientes. Segundo os feirantes, o único meio pra que as bancas sejam abertas novamente, seriam umas moradias ao lado, uma nova cidade, mas a área ao redor é do Exército, segundo os feirantes, o governador Agnelo prometeu um centro do DETRAN aos fundos da Feira, como se resolvesse o problema.

Esperamos que a Secretaria de Cultura lembre-se deles na copa do mundo colocando em seus roteiros culturais para os turistas, o Shopping Popular.

Fotos: Paulo Roberto

 Frente
 Estacionamento de frente

Estacionamento Subterrâneo

 Bancas Trancadas pro falta de clientes

Ao lado

 Posto do Detran

 Posto do BRB

Fundos da Feira 

Att: Paulo Roberto

Escolas públicas do DF realizam eleições para escolher diretores No total, 654 escolas públicas vão participar do pleito



Diretores, vice-diretores e membros dos conselhos escolares de 654 escolas públicas do Distrito Federal vão ser escolhidos amanhã (27/11) por meio de eleição, conforme prevê a Lei da Gestão Democrática nº 4.751/2012. Assim como no ano passado, quando o processo foi realizado pela primeira vez, na maior parte das unidades, 561, houve a inscrição de chapas únicas. Em outras 73, a escolha se dará entre duas ou mais chapas e em 20 não tiveram candidatos.

Pais, alunos, professores e servidores podem votar, das 7h30 às 21h30, na própria escola.

Os eleitos ficam nos cargos por três anos. Para ter direito de participar do processo, o estudante precisa ter mais de 13 anos e frequência superior a 50% no 3º bimestre. Para o secretário de Educação do DF, Marcelo Aguiar, a eleição nas escolas permite que os estudantes e a comunidade se envolvam diretamente nas políticas educacionais. "O processo de escolha dos gestores reforça o princípio básico da democracia. O aluno já sente como é importante escolher bem os seus representantes porque isso vai influenciar no dia a dia dele na escola e toda a comunidade local se envolve nisso".

O resultado da eleição está previsto para 3 de dezembro. A nomeação e a posse acontecerão em janeiro. No caso das unidades escolares em que não houve chapa inscrita ou que houver impugnação das eleições foram, será realizado novo pleito, no prazo de 180 dias. Durante esse período, será nomeada uma equipe gestora para mandato tampão.

O secretário de Educação participará da abertura das eleições no Centro de Ensino Fundamental 8 do Gama, às 7h30.

Na lei
A base da Lei nº 4.751, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal em 4 de fevereiro de 2012, é garantir que a tomada de decisão de cada escola seja centralizada na própria comunidade escolar, tanto na área pedagógica quanto na administrativa e na financeira. Professores, auxiliares, estudantes e pais têm direito a voto. Para se candidatar, no entanto, é preciso ser docente, servidor ou especialista em educação com três anos de experiência e já ter atuado ou estar trabalhando na unidade pretendida. Cada um deles teve de apresentar um plano de trabalho de gestão escolar para que a candidatura fosse homologada. Os eleitos para diretor, vice e para o conselho escolar deverão fazer um curso de gestão escolar de 180 horas oferecido pela Secretaria de Educação. Os mandatos têm duração de três anos.

Fonte: Correio Braziliense

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Entrevista com o Sargento Vinícius Feliciano. O “cara da Ponte”.



Nos últimos anos ocorreram alguns movimentos interessantes em busca da valorização da profissão militar, entre eles citamos a passeata em Copacabana que conseguiu chamar a atenção reunindo algumas centenas de pessoas na orla da praia mais famosa do Brasil, e a Marcha Virtual dos militares, que conseguiu reunir, num gigantesco abaixo-assinado, mais de 300 mil signatários pedindo um reajuste digno para os militares, Porém, em se tratando de determinação e coragem, talvez nenhum desses movimentos sequer passe perto da sensacional manifestação individual do sargento Vinícius Feliciano, que desceu de rapel da ponte Rio x Niterói no dia 27 de agosto desse ano, exibindo uma faixa e buscando com isso chamar a atenção para a situação salarial dos militares das forças armadas. Por sua ação a revista Sociedade Militar escolheu Vinícius Feliciano como o entrevistado do mês.

Entrevistado em sua residência pela Revista Sociedade Militar, Vinícius Feliciano se mostra um homem bastante racional, bem informado e ciente de suas responsabilidades como cidadão. Após ter descido de rapel na ponte ele foi preso pela polícia rodoviária federal, e sua fotografia, fardado e usando algemas, apareceu em vários jornais do país.

O uso das algemas deixou muita gente indignada, e isso foi bastante explorado pela mídia. Já a faixa que exibiu em sua manifestação não foi tão mencionada. Contudo, apesar da ação incrível que realizou, ele insiste em dizer que se considera um homem comum. Como todos os seus colegas de farda o sargento cumpre as suas obrigações para com o Exército, mas não abre mão do direito de se informar, e de ter uma opinião própria. 

Ele acha que não só os militares, mas toda a sociedade tem o dever de prestar atenção ao que ocorre no país. Por esse motivo, política, economia e geopolítica são assuntos que ocupam bastante espaço em sua mente.

Como a maioria dos militares das grandes cidades, o jovem sargento reside bem longe do quartel. Trabalha na Urca e mora na região oceânica de Niterói. Usa diversas conduções e gasta várias horas no trajeto casa x trabalho x casa. Mas ainda assim, sempre otimista, se considera um privilegiado pelo que já conquistou. Família, amigos e a região onde reside, uma das mais agradáveis do Rio de Janeiro, lhe dão oportunidade de levar uma vida prazerosa, e o incentivam a acreditar em um futuro melhor.

Com apenas 29 anos, Feliciano já é um historiador. Além da graduação em história, ele concluiu cursos sobre administração financeira, assessoria em investimentos etc. É um representante clássico do fenômeno conhecido como intelectualização dos militares subalternos (Livro Militares pela cidadania *). Os militares de sua geração já vieram politizados de casa, cresceram num mundo onde já havia a internet, redes sociais, o direito de escolher seus próprios representantes, e de cobrar dos mesmos a honestidade e o cumprimento de seus compromissos de campanha. 

A conversa com Feliciano reforça nossa convicção de que as forças armadas passam por um período de transição, e fez-nos ver que a juventude que agora ocupa os mais diversos postos e graduações nessas instituições tem uma mente inovadora, raciocinam e interagem na velocidade dos processadores de última geração, e já são a causa de muita coisa estar mudando para melhor. Para Feliciano os dias de hoje oferecem uma oportunidade ímpar para pessoas normais operarem mudanças de grande impacto em seus campos de atuação.
Você gosta do Exército?  Vinícius Feliciano: Sim, gosto do Exército tanto quanto gosto de desafios, lutas e aventuras.

A manifestação que você fez gerou algum fruto positivo? 
Vinícius Feliciano: A meu ver serviu para relembrar e reafirmar às autoridades a insatisfação com nossa remuneração. Antes da água ferver pequenas bolhas começam a subir, o que fiz foi apenas uma pequena bolha numa água muito quente.
De onde vem motivação para tanta fé de que pode ajudar a mudar para melhor o futuro?
Vinícius Feliciano: Eu me formei em História e quando estudamos história aprendemos que no passado pessoas comuns foram responsáveis por grandes mudanças. Não sei se essa informação é boa ou ruim, mas nos dá a fé e a motivação para a luta.  O que fiz foi como lançar um fósforo num palheiro.  Guerreiros de verdade não entram somente em combates vencidos, guerreiros de verdade se envolvem em lutas com grades chances de resultados negativos, mas a fé no positivo os impulsiona.
 Pra essa pergunta eu tenho uma frase de Gandhi: "Você nunca saberá que resultados virão de sua ação. Mas se não fizer nada, não existirão resultados."
Conversamos um pouco com Feliciano sobre representação política dos militares e as mudanças propostas pela nova Estratégia nacional de defesa.

Revista Sociedade Militar: As forças armadas, conhecidas como as instituições mais confiáveis do nosso país - e também as mais tradicionais - parecem ter mantido a maior parte de suas rotinas e tradições seculares quase intocadas. Mas, o que têm de mais importante, seu material humano, obviamente não permaneceu estacionado no tempo. Regulamentos rigorosos e leis quase sempre por ser adaptadas ao contexto atual não conseguiram impedir a grande mudança operada na mentalidade dos graduados, e a politização foi inevitável. Politização não significa exatamente ser filiado a um partido político, ou participar de manifestações de rua. Ser politizado é muito mais do que isso, significa estar atento e pronto para intervir de forma sensata no quotidiano.  Como se sabe, militares da ativa, por não serem obrigados a cumprir o requisito de filiação partidária, tem um prazo um pouco maior para se candidatar. Perguntamos então se a notoriedade que alcançou fez surgiu alguma pretensão política. Vinícius respondeu com humildade, disse que a partir do acontecimento na Ponte tem conhecido muita gente, aprendido muito com essas pessoas, e que está aguardando mais um pouco para decidir sobre isso.

Sobre Bolsonaro: "por mais que ele faça coisas boas e que às vezes cometa algum erro, como qualquer ser humano, uma coisa é certa, sozinho a luta deve ser difícil".

Revista Sociedade Militar. As forças armadas têm um grande efetivo em atividade, e muito mais na reserva, somem-se aí seus dependentes e círculos de influência. Supõe-se que isso seria suficiente para que os militares possuam vários representantes no legislativo federal. Posto isso, você acha que os militares são bem representados na política?  

Vinícius Feliciano: O expediente é longo, a viagem para casa também é, e depois de tudo temos que dar atenção à família. Mas como quem está com fome sempre dá um jeito de comer, eu estudo e leio tudo que posso, mas acabo "filtrando" pouca coisa da política brasileira (no que diz respeito aos militares). Com isso não tenho conhecimento de algum militar ocupando cargo de deputado federal, senador, governador de estado ou outro cargo de relevância nacional, exceto o Deputado Federal Jair Bolsonaro. Sobre ele ouço tudo. Que perdeu o foco e só sabe falar de Homossexuais, que bate em comunistas etc. Mas também já vi vários vídeos onde ele se posiciona muito bem e demonstra muita coragem. 

Fomos formados na Escola de Educação Física do Exército, de lá sai gente muito boa!
Enfim, por mais que ele faça coisas boas e que às vezes cometa algum erro, como qualquer ser humano, uma coisa é certa, sozinho a luta deve ser difícil.

Revista Sociedade Militar: A estratégia nacional de defesa, recém aprovada (2008), propõe uma nova orientação para a Defesa Nacional, e essa nova orientação parece implicar em grandes mudanças estruturais em vários níveis, inclusive na cultura organizacional das Forças Armadas, e logicamente, no perfil dos militares. Nessa questão, uma das propostas que nos chama mais atenção é o incentivo para que as capacidades dos militares graduados sejam cada vez mais valorizadas, inclusive com a recomendação para incentivar o subordinado a exercer a iniciativa na ausência de ordens específicas (*).  Isso tudo, no nosso ponto de vista, valoriza bastante os graduados e seria uma significativa mudança cultural. O militar subalterno agora, além de saber cumprir ordens, deve ser incentivado a tomar a iniciativa.
O que você acha dessa proposta da Estratégia Nacional de Defesa? 

Vinícius Feliciano: A valorização das praças é ótima! Ótima na teoria, mas na pratica a maioria dos companheiros está mais interessada no próximo edital para o concurso da policia federal. Isso é como oferecer uma boa cama a um mendigo faminto. Ele quer saber de comida, a cama é secundária. A valorização das praças é uma conseqüência natural do crescimento intelectual da classe. Essa valorização aconteceria mesmo sem ser incentivada na estratégia nacional.

A valorização é importante e muito bem vinda, mas não é com ela que sustentamos nossas famílias.

Revista Sociedade Militar. A resposta de Feliciano certamente é embasada no que vê no dia-a-dia. Muitos jovens militares fazendo seu trabalho com presteza, realizando atividades peculiares e muitas vezes arriscadas. Porém, com a mente focada em passar em algum concurso público, e deixar as forças armadas. Por isso ele acredita que a questão salarial é primordial. Cada militar possui uma família, e inúmeras necessidades. Ele nos disse que já viu vários colegas abandonarem o Exército depois de aprovados em concursos públicos. “Alguns ex-sargentos hoje recebem mais de 10 mil reais”, realizando na vida civil tarefas muito tranqüilas e que nunca oferecerão riscos à sua integridade física. Contudo, apesar de presenciar tudo isso, Feliciano nos surpreende, e diz que não pretende sair do Exército Brasileiro.
Pra terminar, o que você espera do futuro?  Vinícius Feliciano: Não espero um bom salário, espero um salário justo. Esta é minha luta. Espero alcançar esse objetivo num futuro breve. Mas estou preparado para uma guerra longa. Preparado para lutar sozinho. Com esperança de encontrar outros guerreiros pelo caminho. Já encontrei alguns guerreiros cansados. Eu não estou cansado. Estou apenas começando!
"Você nunca saberá que resultados virão de sua ação. Mas se não fizer nada, não existirão resultados.", Vinicius Feliciano - sargento do Exército brasileiro, historiador.
De: Robson A.K.S

(*) Livro Militares pela Cidadania. “A intelectualização dos militares subalternos além de trazer benefícios à administração das Forças Armadas, agilizando a resolução dos problemas burocrático-administrativos, trouxe consigo uma mudança na mentalidade em relação à compreensão do quotidiano dos quartéis. Ações ilícitas por parte de colegas de farda - superiores ou subordinados - e/ou situações como abuso de autoridade e excesso de rigor em punições disciplinares são agora vistas por um novo prisma.”
(*) “O texto da END diz: “... treinado para abordar o combate de modo a atenuar as formas rígidas e tradicionais de comando e controle, em prol da flexibilidade, da adaptabilidade, da audácia e da surpresa no campo de batalha. Esse combatente será, ao mesmo tempo, um comandado que sabe obedecer, exercer a iniciativa na ausência de ordens específicas e orientar-se em meio às incertezas e aos sobressaltos do combate - e uma fonte de iniciativas - capaz de adaptar suas ordens à realidade da situação mutável em que se encontra.”

Rodoviários decidem cruzar os braços durante toda esta terça-feira (26/11) - (Brasília)


Rodoviários do DF fazem paralisação nesta terça-feira (26/11) Sindicato reivindica direitos trabalhistas após licitação que determinou que 11 empresas de ônibus deixassem de operar

Os rodoviários informaram, por meio de nota, que não vão trabalhar nesta terça-feira (26/11). A paralisação é um apelo à decisão do GDF em manter contrato com apenas duas das atuais 13 empresas de transporte do DF.
Crédito: Iano Andrade/CB/D.A Press



Rodoviários do DF fazem paralisação nesta terça-feira (26/11) Sindicato reivindica direitos trabalhistas após licitação que determinou que 11 empresas de ônibus deixassem de operar

Os rodoviários informaram, por meio de nota, que não vão trabalhar nesta terça-feira (26/11). A paralisação é um apelo à decisão do GDF em manter contrato com apenas duas das atuais 13 empresas de transporte do DF.

As empresas que não vão transitar são: Pioneira, Planeta, Cidade Brasília, Satélite, Piracicabana, São José, Riacho Grande, Viplan e Condor.

Segundo a nota, os rodoviários aprovam a medida, mas exigem que a transição seja feita com cautela, uma vez que as empresas perdedoras alegaram que não dispoem de recursos para acertar os pagamentos referentes aos direitos trabalhistas com todos os empregados. Além disso, segundo a nota, as empresas vencedoras disseram não aceitar contratar os trabalhadores enquanto não estiverem com a situação regularizada com a empresa anterior.

“As novas operadoras estão ameaçando contratar trabalhadores fora do sistema e deixar os pais e mães de família na rua”, explicou o presidente do sindicato, João Osorio. “São pessoas que têm uma vida inteira dedicada ao transporte coletivo e muitas estão muito próximas de aposentar-se”, completou.
O GDF se comprometeu a pagar as verbas resultantes do encerramento do contrato de trabalho, chamadas verbas rescisórias.

O Ministério Público do Distrito Federal se comprometeu a encontrar uma solução para as reivindicações. O que os rodoviários exigem é que se cumpra a promessa. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) vai julgar a questão.
Fonte: Correio Braziliense
Fonte: Correio Braziliense

Duelo de gigantes em 2014 (Brasília)

Escrito por Equipe do Gama Cidadão on . Posted in Gama Notícias

Segundo cientistas políticos, disputa pelo Buriti, em 2014, pode ser um dos pleitos mais acirrados da história do Distrito Federal
 
Por Felipe Seabra - Gazeta de Taguatinga

A disputa ao Governo do Distrito Federal, nas eleições de 2014, deve ser uma das mais acirradas da história do DF. Na opinião de especialistas, nomes fortes, que têm destaque no cenário político local e nacional, podem colocar os eleitores em dúvida na hora da votação deixando o pleito pulverizado.  Velhos conhecidos da política em Brasília devem disputar o cargo com o governador Agnelo Queiroz (PT), que tentará a reeleição.

Cinco cientistas políticos ouvidos por um portal de notícias de nome nacional foram entrevistados, e todos eles acreditam que a disputa para o cargo de chefe do executivo local será complicada, podendo chegar ao segundo turno com pouca diferença de votos entre os candidatos.

Há sete potenciais candidatos ao Governo, entre eles estão os ex-governadores José Roberto Arruda e Joaquim Roriz, que podem, inclusive, esquecer das desavenças passadas para formar uma aliança.

Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Brasília, Emerson Masullo, as manifestações ocorridas no mês de junho podem mudar o perfil dos eleitores, mas talvez grandes mudanças não sejam sentidas a curto ou médio prazo. Ele explicou que as manifestações foram manchadas pelos atos de vandalismo e que é provável que “caras novas, mas com espíritos velhos” apareçam e surpreendam a população.

“Talvez gente nova apareça, mas apoiando ideias e lideranças antigas. Acredito que, com o andar da carruagem, o cenário político local vai ser o mais acirrado da história, tanto no DF quanto no Brasil. Ao meu ver, tudo leva a crer que nenhum outro estado será tão disputado quanto o DF nas próximas eleições”, discorreu Emerson.

Na visão do cientista político da Universidade de Brasília, Fernando Carlos de Moraes, a falta de consciência por parte do povo na hora de escolher seus representantes contribui para uma alternância das mesmas “caras no poder”. Nas eleições ao GDF, dois dos possíveis candidatos já foram governadores (Roriz, por quatro vezes e Arruda, por uma).

“As pessoas gostam de eleger ou reeleger gente que já esteve na política antes, mesmo que tenham feito coisas erradas ou simplesmente não tenham feito nada. Geralmente, a ilusão de que a experiência é o que conta é um tiro no pé. Nós precisamos de reformas política total e isso só é possível elegendo gente com novos ideais, sem vícios e mostrar a que vieram. Tem muita gente com potencial e que pode, de fato, trazer grandes mudanças, mas que não recebe o devido crédito do povo”, disse o cientista político, Fernando Carlos.

A opinião do especialista Paulo César Nascimento, também do departamento de Ciências Políticas da UnB, não é diferente. Ele entende que as alianças que estão sendo formadas para concorrer aos cargos políticos nas esferas executiva e legislativa podem tornar a competição entre os protagonistas à corrida eleitoral em um disputa sem precedentes.


Propagandas eleitorais
Apesar de o povo brasileiro alegar que está descrente com a política, a motivação deve aumentar com a chegada do período de propagandas eleitorais. O cientista político Fernando Faccioni, que também compõe o quadro de mestres da UnB,  relatou que as promessas feitas pelos candidatos envolvem os eleitores, que querem e acreditam e um futuro melhor.

Para ele, o marketing político e o alto investimento em publicidade serão intensos em 2014, o que poderá beneficiar os candidatos que, de alguma maneira, se saíram bem em escândalos passados.
“O Arruda, por exemplo. O povo diz que ele roubou, mas fez – O ex-governador foi flagrado em vídeo recebendo dinheiro. Os vídeos fazem parte do inquérito da Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal – Roriz foi governador quatro vezes e transformou Brasília em um eterno canteiro de obras, mas tem carisma.
Reguffe aproveitou o escândalo da Caixa de Pandora e mostrou moralismo, apesar de não ter feito nada além disso em benefício da sociedade.  É preciso cautela e cuidado, porque do mesmo jeito que os políticos não estão aptos a atender as novas demandas da sociedade, a sociedade, talvez, não esteja apta a escolher seus políticos”, afirmou Faccioni.
Além do atual governador Agnelo Queiroz (PT), Arruda, Roriz e Reguffe, também devem concorrer ao cargo do GDF o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), Toninho do PSOL (PSOL) e Alberto Fraga.


Eleições 2014
O “Gama Cidadão!” convoca a população a participar da ENQUETE "Melhor por Brasília"

Se as eleições fossem hoje em quem você votaria para Governador do DF..?
Fonte: http://www.gamacidadao.com.br/

ASSOCIAÇÃO DE MILITARES REPRESENTAÇÃO / COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS e ONU

A Diretoria da ASMIRF-ASSOCIAÇÃO DE MILITARES DE JUIA DE FORA  encaminhou uma Representação junto a  Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, e  ONU - Organização das Nações Unidas, com finalidade de viabilizar a apuração dos fatos e defesa dos interesses dos seres humanos que foram ASSASSINADOS e TORTURADOS por TERRORISTAS durante o período compreendido entre 1964 a 1974, que tiveram seus DIREITOS HUMANOS VIOLADOS.
............................................

Nesse sentido nunca é demais recordar os ensinamentos da insigne Professora FLÁVIA PIOVESAN, expostos na sua consagrada Obra: “DIREITOS HUMANOS E O DIREITO CONSTITUCIONAL INTERNACIONAL – 7ª Edição, São Paulo, Saraiva,  2006, quando assim afirmou:

“NO MOMENTO EM QUE OS SERES HUMANOS SE TORNAM SUPÉRFLUOS E DESCARTÁVEIS, NO MOMENTO EM QUE VIGE A LÓGICA DA DESTRUIÇÃO, EM QUE CRUELMENTE SE ABOLE O VALOR DAS PESSOAS HUMANAS, TORNA – SE NECESSÁRIO A RECONSTRUÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS, COMO PARADIGMA ÉTICO DE RESTAURAR A LÓGICA DO RAZOÁVEL.”
........................................................


Fonte:  ASMIRF-ASSOCIAÇÃO DE MILITARES DE JUIA DE FORA

Cresce o déficit habitacional do DF (Capital Federal do Brasil)



Enquanto o déficit habitacional brasileiro caiu entre 2007 e 2012, passando de 5,59 milhões de domicílios para 5,24 milhões, mesmo com o aumento de moradias no período, o indicador avançou entre a população com faixa de renda mais pobre, de até três salários mínimos. No DF, por exemplo, o déficit relativo saltou de 12,8% do total de domicílios em 2007 para 13,6%, no ano passado.

A conclusão é de uma nota técnica divulgada nesta segunda-feira (25), pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea), que usou como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do ano passado.

Em 2012, 73,6% do déficit apurado pelo Ipea era composto pela população que ganhava até três salários mínimos, um aumento de 4% em relação a 2007, quando a participação era de 70,7%. "Isto reitera que o déficit continua sendo majoritariamente dos domicílios que estão no estrato de renda mais baixo", argumenta o Instituto na nota, assinada pelos pesquisadores Vicente Correia Lima Neto, Bernardo Alves Furtado e Cleandro Krause.

Na direção contrária, a participação no total do déficit dos demais estratos econômicos diminuiu. Aqueles com renda entre três e cinco salários mínimos, por exemplo, representavam 13,1% do déficit há seis anos, proporção que passou para 11,6% no ano passado. Já na faixa entre cinco e 10 salários mínimos a regressão foi de 10,4% em 2007 para 9,4% em 2012. Já o segmento com renda domiciliar acima de 10 salários mínimos viu a sua participação no déficit habitacional ser reduzida em cerca de 30% no período.

O Ipea usou quatro componentes para estimar o déficit habitacional brasileiro: habitação precária, coabitação familiar, ônus excessivo com aluguel e adensamento em domicílios locados. A verificação de um desses componentes em uma moradia já é suficiente para entrar no cálculo do déficit.

Estados

O Ipea também atestou que o déficit habitacional no País é, em sua grande maioria (85% do total), urbano. À exceção do Acre, de Roraima, do Mato Grosso e Distrito Federal, houve a redução do déficit relativo ao total de domicílios nos demais estados do País.

Dono de 1,12 milhão de domicílios em situação de déficit, o maior do País em termos absolutos, o Estado de São Paulo registrou queda na comparação relativa do indicador. A participação de domicílios considerados em déficit caiu de 8,8% do total em 2007 para 7,9% um ano atrás - redução porcentual de aproximadamente 10%.

Fonte: Clica Brasília/Agencia Estado

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Votação no Congresso Nacional da Medida Provisória 2215/01, LRM (Lei de Remuneração dos Militares).

Nós, signatários da presente Petição, solicitamos a Excelentíssima Presidente da República, Comandante em Chefe das Forças Armadas, se digne a envidar esforços no sentido de colocar a Medida Provisória 2215,/2001, em pauta de votação, em regime de urgência, uma vez que a mesma se encontra ENGAVETADA há ONZE ANOS, prejudicando sobremaneira os militares.
PELA RELEVÂNCIA DA MATÉRIA COM CERTEZA A OPOSIÇÃO NÃO NEGARÁ APOIO. As Forças Armadas são o povo em ARMAS. Nós, assim como o povo, entendemos que nossa Comandante em Chefe não se furtará ao dever de socorrer seus COMANDADOS, por não ser de sua índole RENEGAR SEU POVO.

Fonte: https://www.facebook.com/groups/184066345115217/

 

Mais de 11 mil crianças e adolescentes mortos de março a agosto da Síria



Mais de 11 mil crianças e adolescentes foram mortos no conflito sírio, 128 dos quais vítimas de armas químicas e 389 abatidos por franco-atiradores, segundo um relatório divulgado hoje (24) pelo centro de reflexão britânico Oxford Research Group.
De acordo com os dados, 11.420 sírios com 17 anos ou menos foram mortos desde o início do conflito sírio, em março de 2011, até ao fim de agosto de 2013.  O relatório refere que 764 menores foram mortos sumariamente e 112 destes "foram torturados", cinco com 7 anos e 11 com idades entre os 8 e os 12 anos. No total, foram registrados 113.735 mortos, entre civis e combatentes.

De acordo com o mesmo documento, "128 crianças foram registradas como tendo sido mortas por armas químicas em Ghouta, em 21 de agosto de 2013", em um ataque atribuído pela oposição síria e por países ocidentais a forças do regime de Damasco. Os adolescentes foram mais visados do que as crianças mais novas e os rapazes são duas vezes mais atingidos do que as meninas.

Uma revolta popular iniciada na Síria em março de 2011 contra o regime do presidente Bashar al Assad transformou-se, ao fim de alguns meses de repressão, em uma violenta guerra civil.

Diplomatas russos, norte-americanos e da ONU devem reunir-se na segunda-feira (25) em Genebra para marcar a próxima conferência internacional de paz destinada a encontrar uma solução política para o conflito. Prevê-se que janeiro seja a data escolhida, de acordo com fontes diplomáticas.

Após a reunião, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, deverá anunciar a data da conferência, que foi várias vezes adiada.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Mídia estrangeira aponta atuação decisiva de general brasileiro para estabilização no Congo

Há pouco mais de uma semana, o exército congolês anunciou uma vitória militar de enorme significado: o fim da rebelião do Movimento 23 de Março (M23), no Leste da República Democrática do Congo (RDC), depois de uma insurgência de 20 meses que custou a vida de milhares de congoleses. O feito histórico foi possível a partir da intervenção da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu uma missão de estabilização no país (Monusco) autorizada a usar a força, pela primeira vez, contra os combatentes. À frente dessa missão, o general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz tem sido apontado, pela mídia internacional, como fator decisivo para o sucesso da campanha.

Indicado para o posto de comando no Congo no primeiro semestre deste ano, Santos Cruz liderou uma experiência inédita entre os chamados capacetes azuis: a Brigada de Intervenção, uma unidade de soldados da ONU que tem autoridade e equipamentos para ações ofensivas que garantam a manutenção da paz em regiões de conflito. Foi assim que, ao lado do exército congolês, o comandante brasileiro conseguiu derrotar os rebeldes do grupo armado M23.

Na ocasião de sua nomeação, Santos Cruz, que também dirigiu as operações de manutenção da paz no Haiti, chamou atenção para a relevância da escolha da ONU: “Isso faz parte do prestígio do Brasil que há tempos vem se projetando no cenário internacional”. E completou: “É a combinação da diplomacia, da experiência militar e da determinação do governo”.

Pelo menos duas agências de notícia – BBC e Reuters – e o jornal português Diário de Notícias – um dos mais conceituados periódicos – deram destaque para os resultados obtidos no Congo. De acordo com a matéria da Reuters, por exemplo, há um ano era impossível imaginar que o Congo se livraria de uma guerra prolongada. Porém, na última semana, de acordo com a agência, o grupo rebelde M23 se rendeu.

A BBC também trata do tema referente aos esforços de paz naquele país. Para a agência britânica, que distribui matérias no idioma português, as análises de especialistas mostram que a missão de paz é um importante avanço na pacificação do Congo. Segundo os analistas, o M23 era um dos mais resistentes ao processo de deposição de armas.

Para o jornal português, que conseguiu uma conversa exclusiva com o general Santos Cruz, o fato de ser brasileiro foi um dos fatores para o sucesso da missão de paz. “Como o Brasil também tem um pouco de raízes africanas, é fácil perceber como aqui é um lugar maravilhoso, muito bonito. Então toda essa simpatia pelo local e pelo povo ajuda a gente a se sentir bem e a trabalhar da melhor maneira pela paz,” disse Santos Cruz ao DN.

Fonte: Ministério da Defesa

Falta de informação de um Blogueiro fala o que não sabe sobre Exército e Marinha

Exercito e Marinha tem casas demais para seus militares!!!

Uma reportagem tendenciosa publicada essa semana no Diário do Poder.

Parece que o Jornalista Claudio Humberto quer comprar briga com os militares, ele tem publicado uma série de reportagens dizendo, infundadamente, que os militares tem imóveis de sobra e que os aluguéis são irrisórios. Como ele acha que um sargento, movimentado por força do serviço, conseguiria morar em Brasília com um salário de 3.000 reais? Parece que o jornalista está muito mal informado sobre a situação dos militares brasileiros. Em várias cidades do Brasil os membros das forças armadas pagam de aluguel em média um terço de seus salários enquanto aguardam vários anos por vagas em PNRs.

Pode-se perceber que o jornalista mexeu com as pessoas erradas, os militares estão enfrentando uma defasagem salarial que vem se acumulando por anos. Nas grandes cidades, por conta dos altos aluguéis, eles tem sido cada vez mais empurrados para as periferias, há muitos que residem em locais perigosos e com alta incidência de criminalidade. Os militares dos setores de manutenção, chamados prefeituras militares, se esforçam muito, com os parcos orçamentos, para manter de pé e habitáveis imóveis muitas vezes com muitas décadas de uso, como essas mostradas abaixo, em Belém do Pará, nas proximidades da Base Naval de Va l - de - cães, ainda com telhado de amianto, que já foi proibido em algumas cidades, por conta de seu alto potencial cancerígeno.

Qualquer uma pessoa minimamente sensata pode perceber que esses imóveis não tem nada de luxo, nenhuma ostentação. Militares normalmente não exigem muito, querem apenas condições dignas para viver, criar e educar seus filhos. Aconselhamos o referido repórter a procurar gente mais graúda para incomodar.

A presidente da República recebe mais de 25.000 reais e usa um Próprio nacional residencial, os deputados e senadores também, ou o jornalista se informou pouco ou está mesmo querendo arrumar uma briga.


Em seu artigo de ontem (12/11) ele diz:

"IMOBILIÁRIA EXÉRCITO TEM MAIS DE 19 MIL IMÓVEIS -    A Marinha do Brasil pode ser uma mãe, mas o Exército briga para ser um pai no ramo imobiliário: são mais de 19 mil imóveis do Exército com a designação de “Próprio Nacional Residencial” (PNR), ou seja, com o propósito de serem distribuídos em todo o território nacional a seus integrantes, que pagam apenas uma taxa de ocupação de valor reduzido. Um sargento, por exemplo, paga no máximo 5% do soldo."

Fonte: http://sociedademilitar.com.br

terça-feira, 19 de novembro de 2013

19 de Novermbro - Dia da Bandeira

A comemoração do dia da bandeira se constituiu como mais um elemento simbólico da construção da identidade nacional brasileira, o dia da bandeira simboliza a nação brasileira

No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares. 
A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperial

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.


As bandeiras não são restritas a serem simbologias somente do Estado-nação, ou de algum país, mas existem bandeiras que representam diversas regiões que integram o país e diferentes instituições e esferas sociais. Existem bandeiras que simbolizam times de futebol, torcidas organizadas, cidades, Estados, instituições religiosas e governamentais como cidades, exército, além das instituições comerciais, bandeira de uma empresa.

Temos notícias de que as primeiras bandeiras foram visualizadas na antiguidade, eram utilizadas nos exércitos como meio de reconhecimento entre os diversos soldados. Atualmente, no mundo contemporâneo, todo Estado-nação possui uma bandeira nacional que representa e dá unidade à nação, ou seja, unifica diferentes povos. Dessa maneira, a instituição da comemoração do dia da bandeira acrescentou mais um elemento simbólico na construção da identidade nacional.

Leandro Carvalho
Mestre em História

Fonte: http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-da-bandeira.htm

Interpol inclui nome de Pizzolato na lista de procurados da Justiça



A Interpol (Polícia Internacional) incluiu o nome do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato na lista de procurados em mais de 190 países. Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão. No entanto, ele viajou para a Itália e, por ter a cidadania italiana, não pode ser extraditado para o Brasil . Ele é considerado foragido pela Polícia Federal.

Em uma carta divulgada à imprensa por sua família, Pizzolato diz que decidiu buscar um novo julgamento na Itália. Ele foi condenado por ter autorizado repasses de dinheiro público do Banco do Brasil em favor das empresas do publicitário Marcos Valério, apontado como operador do esquema de compra de votos no Congresso Nacional.

O Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou a ação, entendeu que os desvios ocorreram de duas formas. A primeira, por meio da apropriação de cerca de R$ 2,9 milhões do bônus de volume (bonificações a que o banco tinha direito) pelas empresas do publicitário, e a segunda, pela liberação de R$ 73 milhões do Fundo Visanet. Segundo os ministros, Pizzolato recebeu R$ 326 mil de Valério em troca do favorecimento.

As prisões de 12 dos condenados foram decretadas na sexta-feira (15) pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa. Somente o mandado de prisão de Pizzolato que não foi cumprido.

Sete dos primeiros condenados que tiveram a prisão decretada apresentaram-se à PF em Belo Horizonte (MG): José Roberto Salgado, ex-vice-presidente do Banco Rural; O publicitário Marcos Valério; Kátia Rabello, ex-presidenta do Banco Rural; o ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG); Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, ex-sócios de Marcos Valério; e Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Valério. Dois entregaram-se em São Paulo: o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o ex-presidente do PT e deputado federal (SP) José Genoino. Os dois foram condenados ao regime semiaberto. O ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares apresentaram-se à PF em Brasília.

Fonte: Jornal de Brasília / Agência Brasil

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

QUADRO ESPECIAL E REAJUSTE DOS MILITARES. Militares sub-representados.

Há algum tempo o deputado Jair Bolsonaro declarou que o projeto que concedia aos militares do quadro especial direito à prosseguimento na carreira não poderia ser alterado para melhor por força de um dispositivo constitucional que concede exclusividade ao governo federal para propor leis e alterações legislativas relacionadas às Forças Armadas. Infelizmente, o deputado está certo, há impedimento legal para que o legislativo realmente represente os militares das forças armadas, e com isso podemos entender que os MILITARES na verdade são SUB-REPRESENTADOS no Congresso, já que não há possibilidade de que os deputados e senadores iniciem projetos de lei no sentido de reajustar dignamente seus salários, modificar jornada de trabalho e planos de carreira.

Veja só: Art. 61 da Constituição Federal. § 1º - São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: ... II - disponham sobre: f) militares das Forças Armadas, seu regime jurídico, provimento de cargos, promoções, estabilidade, remuneração, reforma e transferência para a reserva. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998) Levando em consideração que os militares não são sindicalizados e não têm direito de realizar greves a única alternativa para a categoria seria uma modificação no Artigo 61 da Constituição Federal, retirando esse privilégio da presidência e concedendo aos militares o direito de serem efetivamente representados no congresso nas questões realmente mais relevantes.

Robson A.K.Silva. Escreve para: http://sociedademilitar.com.br

Militares das Forças Armadas preferem a Defensoria Pública.

Em mais de 75% dos 64 processos listados como “em mesa” na pauta dessa terça-feira (12/11/2013) do Superior Tribunal Militar, os réus apelaram para a defensoria pública federal.

Oficiais subalternos, sargentos, cabos e principalmente soldados, logicamente tem muita dificuldade, com seus magros salários, de arcar com as despesas de contratação de um advogado particular. Alguns dos processos se estendem por anos, o que torna ainda mais difícil a situação dos réus.

Fonte: http://sociedademilitar.com.br

domingo, 17 de novembro de 2013

MENSAGEM ALUSIVA AO DIA NACIONAL DO CONSELHEIRO TUTELAR

“18 DE NOVEMBRO - DIA DO CONSELHEIRO TUTELAR”

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás – Comarca de Águas – GO, na pessoal de seu Coordenador e Ex-Conselheiro Tutelar do DF, Domingos Francisco, congratula-se com todos os homens e todas as mulheres que assumem cotidianamente a defesa dos direitos humanos de nossas crianças e adolescentes, como integrantes do Conselho Tutelar em cada município.

Neste dia, nossa mensagem é de esperança, alegria, confiança e reconhecimento, pois 2012 e 2013 foram anos de grandes conquistas e vitórias para os Conselhos Tutelares do Brasil.

Em especial o ano 2012 conhecido como o ano do reconhecimento legal de conselheiros e conselheiros como pessoas que trabalham e precisam ter remuneração, demais direitos sociais, e formação permanentes, com promulgação da Lei nº 12.696/12, que altera os artigos 132, 134, 135 e 139, do Estatuto da Criança e do Adolescente Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que “dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências (Lei nº8.069/90), que dispõem sobre o funcionamento, as atribuições e a escolha dos conselheiros dos Conselhos Tutelares”.

Agora falta levantar a bandeira do piso salarial a nível nacional e a criação instituição, ou seja, Academia Nacional de Formação de Conselheiros, projetada para ir ao encontro de conselheiros e conselheiras e fortalecer seus vínculos de trabalho em rede e somar para seu reconhecimento no âmbito do território nacional.

Assim, neste 18 de novembro, renovamos nosso propósito de estar ao lado dos/as conselheiros/as tutelares na conquista de dias melhores! Assim como nosso reconhecimento daqueles e daquelas que já exerceram mandatos conselheiros.


Ex-Conselheiro Tutelar do Distrito Federal – triênios (2006 à 2009/2009 a 2012)
Atualmente exercendo a Função de Coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do TJGO - COMARCA DE ÁGUAS LINDAS – GO
E-mail: dfsbarbosa@tjgo.jus.br / cejusc.aguaslindas@tjgo.jus.br

Fonte: Jornal Estação Notícias

Brasil tem carro mais caro do mundo

Lucro Brasil faz o consumidor pagar o carro mais caro do mundo


O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a altas cargas tributárias e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.

A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor.

A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas.

Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.

Pois bem: o Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos do mundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades.

Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?

Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, “é verdade que a produção aumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modo que a escala continua baixa”. Ele elegeu um novo patamar para que o volume possa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros.  

A carga tributária caiu e o preço do carro subiu

O imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100cv recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool.

Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.

Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária, enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontos percentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmento de luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1 ponto percentual no álcool/flex.

Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo não acompanhou esse aumento.

Isso sem contar as ações do governo, que baixaram o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0) durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010, reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassado para o consumidor.

As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suas matrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora-de-estrada. Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e um estilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais. Outros têm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência mais esportiva.  

A margem de lucro é três vezes maior que em outros países

O Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muito maior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que o custo de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5 a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais.

O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normal R$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesma configuração), a versão Adventure custa 9,3% a mais.

O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.

O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado em Sumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX). Neste preço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2 mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil.

Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 de carga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). A soma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México a montadora já tem a sua margem de lucro, o “Lucro Brasil” (adicional) é de R$ 15.518,00: R$ 56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00.
Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv.

Será possível que a montadora tenha um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? O que a Honda fala sobre isso? Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa “não fala sobre o assunto”.

Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de 15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog.

Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil, 37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil. 

Leia amanhã a 2º parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: Por que o mesmo carro é mais barato na Argentina e no Chile?
Joel Leite 
Colaboraram Ademir Gonçalves e Luiz Cipolli

Fonte: http://omundoemmovimento.blog.uol.com.br/arch2011-06-01_2011-06-30.html#2011_06-27_18_42_25-142809534-0