sexta-feira, 14 de julho de 2017

Juiz tenta da carteirada em General e leva um não.

Detentos do Presídio de Cruzeiro do Sul no Acre, fizeram motim, queimaram colchões, tocaram o horror na unidade prisional. 

O estado chamou a PM e a PC para "tentar" resolver o problema acompanhados logicamente pela justiça e Direitos Humanos. Resultado? não conseguiram resolver o problema, talvez justamente por causa desse "pequeno" empecilho, justiça e DH que estão mais interessados em "preservar" os direitos dos vagabundos do que da sociedade. 

Pois bem! O estado, não satisfeito, resolveu chamar o EXÉRCITO BRASILEIRO. O exército Comandado pelo General José Eduardo interveio e começou a operação de varredura ao presídio. A justiça e os DH sob direção do Juiz Torquato, acostumados a sempre darem "carteirada" na PM, PC, BM etc, sob o pretexto de protegerem a integridade física de vagabundos, resolveu fazer o mesmo com o General de Exército. Resultado? FORAM BARRADOS 

O General lhes disse que "após" varredura e volta do reestabelecimento da lei e da ordem no Presídio, liberaria a entrada da justiça e dos DH.

Como resultado da operação o Exército Brasileiro conseguiu encontrar 400 objetos cortantes, 97 perfurantes, 31 barras de ferro, além de dois celulares. 

Presídio voltou à normalidade, a justiça e os DH que adoram atrapalhar os trabalhos dos segmentos de Segurança não conseguiram seu intento, foram BARRADOS, e o país bate palmas para a ação do nosso glorioso EXÉRCITO BRASILEIRO. 

PARABÉNS GENERAL!!!

Agora veja essa! O juiz e os DH não satisfeitos c a atitude corretíssima do General, resolveram juntar forças com a mídia (maioria vive protegendo vagabundos e falando mal da Polícia) e atacam o General com todas as forças visando denegrir a imagem do Exército e do General. 


terça-feira, 11 de julho de 2017

Desafios de uma sociedade em guerra - Liga Democrática Liberal


O Rio de Janeiro vive sua guerra diária, onde os desafios devem e podem ser enfrentados. O Partido LIGA Democrática Liberal não poderia estar de fora desse enfrentamento e, como divulgado, realizou o Forum denominado “Os Desafios de uma Sociedade em Guerra”.

Abertura do Fórum denominado "Os Desafios de uma Sociedade em Guerra" pelo Secretário Nacional do Partido LIGA Democrática Liberal, Marcos Marins.

O evento foi realizado nas dependências da Associação Brasileira de Filosofia, Rua do Riachulo 303, antiga residência do Marechal Osório, Ministro da Guerra de D. Pedro II, Patrono da Cavalaria do Exército Brasileiro, detentor do título de Marquês de Herval e Senador do Império, abrigou anteriormente o Museu do Exército. O Marechal Osório a ganhou de D. Pedro II. É uma das mais antigas casas residenciais do Estado do Rio de Janeiro, senão a mais antiga.


Os palestrantes convidados pelo LIGA e pela ABF compareceram sem ônus para os organizadores, entendem que é preciso uma mobilização da sociedade em prol dela mesma e o enfrentamento desta situação em que os políticos nos colocaram. De todo o conhecimento transmitido ficou entendido por unanimidade que a culpa de todas as mortes ocorridas neste País, pode ser creditada a ação ou omissão das canetas dos políticos e com uma certa conivência do judiciário que aparelhado, se queda à falta de responsabilidade ou até faz também parte da quadrilha. Ainda existe uma leva de Juízes capazes, idôneos e sensatos, fazendo o enfrentamento e buscando na sociedade apoio, sem o que, não há resultados.

A sociedade tem que entender que há nela uma responsabilidade intrínseca, dita pela Constituição, é justamente o que se extraí do art. 144, caput, pois a segurança pública é um dever do Estado, sendo responsabilidade e direito de todos, cuja finalidade é a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.


Convites foram enviados às três Forças Militares, como também aos órgãos de Segurança Pública do Estado e Município do Rio de Janeiro, onde ressaltamos que só a Guarda Municipal do Rio de Janeiro se fez presente com o Sub Inspetor Arimatéia representando a Inspetora Tatiana e obviamente, a sua Corporação.


Sentimos a falta do Coronel e ex comandante da PMERJ Mario Sergio que, convidados pela Academia Brasileira de Filosofia, faltou seu compromisso firmado, não comparecendo nem emitindo nenhum comunicado, o que apesar de ter sido substituído, não fez nenhuma falta no brilhante evento.


Representantes da Polícia federal, Ministério Público, Judiciário e PMERJ se fizeram presentes e colocaram a verdade bem diferente do que as mídias televisivas e escritas insistem em mostrar. Entre o certo e o duvidoso, não fica duvida de que os profissionais sérios envolvidos na questão devem cada vez mais serem mostrados e ouvidos, esclarecendo que a sociedade, ainda carente da informação, deve também se manifestar provida da verdade que o evento traz. Em reportagem recente onde um policial militar foi morto numa tentativa de assalto, vimos estarrecidos uma "repórter" dizer: "bandido atirou para se defender" do policial. Ora, então é esse o entendimento que querem jogar na sociedade, quando a verdade é ao contrário?
 

A matança de policiais não é contra a pessoa do agente de segurança é contra a sociedade é contra a população, é uma demonstração terrorista de que a sociedade está indefesa diante da marginalidade, mostrando a fragilidade das Forças de Segurança que são alvos frágeis tão logo identificados seus agentes numa ação de roubo. Nossos “representantes” que não mais nos representam, têm a obrigação, o dever de emitir leis sérias, leis que endureçam as penalidades contra os terroristas diários protegidos por também TERRORISTAS que se encontram “eleitos” pela sociedade indefesa.
Aproveitamos a vinda do nosso Presidente do LIGA Rio Grande do Norte, Ricardo Caxangá, para sua diplomação no cargo que hoje ocupa com desenvoltura, tendo colocado o seu Estado como líder na coleta de assinaturas de apoiamento.


A PMERJ poderia ter enviado um representante como fez a Guarda Municipal do Rio de Janeiro, mas infelizmente, mesmo convidada, não compareceu. Diversos questionamentos importantes poderiam ter sido esclarecidos, já que o domínio político da Corporação é cada vez mais visível, citado, comentado e questionado. Só pudemos observar foi um "agente infiltrado" com a intenção de coleta de informações sobre o evento e possível "caguetação" de seus componentes convidados pelo Partido LIGA Democrática Liberal, como cidadãos desta sociedade, a participar. O político de hoje nos causa repulsa e nosso pensamento é renovação, renovação que cedo ou tarde estará presente nos rumos da sociedade e da PMERJ.
Hoje a PMERJ retrocede duas décadas. Já não vemos viaturas novas e em abundancia nas ruas, o policiamento é precário. Voltamos a presenciar policiais empurrando suas viaturas, a "bagulhar" os ferro velhos em busca de peças usadas que possam ser reaproveitadas. Os pátios das Unidades Operacionais se abarrotam de viaturas inservíveis, sucatas sendo canibalizadas para que outras sejam recuperadas. Como a duas décadas atrás, os atuais comandantes também se silenciam diante disso e, quando não houver nem a metade do numero de carros necessários à operacionalidade de sua OPM, não saberão responder quando indagados sobre o aumento da criminalidade em sua área de atuação. Aliás, saberão mas mentirão. 

O evento conseguiu manter um público presente de 80 pessoas e flutuante de mais de 400, já que as pessoas escolheram o palestrante que queriam ouvir, como também foram nove horas de evento num dia de semana. 

Mais de 60% dos eleitores são de direita, mas destes 40% invalida seu voto por não comparecimento, anulando ou votando em branco. Ai dizem que as urnas são fraudadas! Pode ser, mas fraudáveis entre eles mesmos, ou acham que dentre os candidatos em todos os níveis nos apresentam ou nos é apresentado um que tenha boas intenções? Não, é um jogo onde um dá tapinha nas costas do outro, mesmo sendo adversários político.


Marcelo Machado, Presidente Nacional do Partido LIGA e Luis Mauro Ferreira Gomes, Coronel FAB, da Academia Brasileira de Defesa.

E preparem-se! Estão ávidos por dinheiro, seja legal ou ilegal para as próximas eleições. Desde o inicio desta jornada Já com trinta anos, o tráfico cresceu assustadoramente, os assaltos a carros fortes e caixas eletrônicos também. Suas fontes de renda são inesgotáveis enquanto formos só observadores e não interferirmos neste processo destruidor.


As Mulheres no LIGA. Com a presença e organização delas, nossos eventos alcançam o sucesso que se espera.

A intervenção somos nós que devemos fazer, com um Partido decente, honesto, sem vicio político e manifestadamente apoiado pela totalidade da direita deste País que até hoje estava carente de um Partido realmente representativo. LIGA, não mais um Partido, mas sim o único de Direita expresso em seu Estatuto, de onde não pode se afastar.
É tempo de se ligar no LIGA!

Site do Partido LIGA

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Caminhão do Exército Brasileiro tomba em Barras e deixa um militar morto

Militares retornavam da construção de uma ponte quando o veículo tombou na PI-113.

Por Maria Romero, G1 PI
09/07/2017 15h01  Atualizado há 17 horas
Caminhão com 30 militates do Exército tombou em Barras (Foto: Barras Virtual)

Um militar do Exército Brasileiro ainda não identificado morreu em um grave acidente no início da tarde deste domingo (9), na PI-113, município de Barras, Norte do Piauí. A informação é de que mais de 20 militares estavam no caminhão que tombou. Os homens eram lotados no 2º Batalhão de Engenharia de Construção, em Teresina.

Duas ambulâncias do Corpo de Bombeiros estiveram no local, assim como do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A Polícia Militar acompanhou o resgate das vítimas e a Polícia Civil será responsável sobre a investigação do acidente.

Segundo a comunicação do Governo do estado, os feridos estão sendo levados para o hospital Estadual Leônidas Melo, em Barras; Hospital Regional Júlio Hartman, em Esperantina; Hospital Estadual Gerson Castelo Branco, em Luzilândia; Hospital Regional em Campo Maior; Hospital Regional Chagas Rodrigues, em Piripiri; Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba e para o Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

Nos três últimos, há leitos de UTI para onde serão levados os mais graves. O HUT reforçou equipes acionando médicos, enfermeiros e técnicos para auxiliar no atendimento. No saguão de entrada, macas aguardavam a chegada dos militares feridos.
 No HUT, equipes se prepararam para receber os militares feridos (Foto: Maria Romero/G1)

O prefeito Carlos Monte, da cidade de Barras, que é médico, disse que desde cedo acompanha o acidente e informou que quatro militares estão em situação mais grave. Um deles, gravíssimo, aguarda ambulância com UTI móvel em coma induzido para ser transferido.
Os outros três já foram encaminhados a Teresina. Eles são Moacir Pereira da Silva Junior, 22 anos; João Victor Alves da Silva, 19 anos; e Chucknorris Pereira de Sousa, 19 anos.
O capitão Miguel Batista, comandante da Companhia da Polícia Militar de Barras informou ainda não se sabe o que teria causado o tombamento do caminhão, que caiu em uma ribanceira.
“Eles estavam voltando da obra de uma ponte que liga as cidades de Batalha e Esperantina e, no caminho, aconteceu esse acidente, mas o que aconteceu para causar essa tragédia nós ainda não sabemos”, declarou.
 Pelo menos 20 militares do Exército ficaram feridos (Foto: Barras Virtual)

Informações aos familiares

Ansiosos, familiares aguardam informações sobre os militares envolvidos no acidente. Segundo a assessoria de comunicação do 2º BEC, alguns feridos menos graves já foram atendidos em hospitais particulares de Teresina.

Na sede do 2º Batalhão, estão disponíveis viaturas que conduzirão as famílias às unidades de saúde onde estejam os feridos. No local há ainda equipes médicas, lideranças religiosas e psicólogos para garantir suporte aos parentes.


Fonte: g1.globo.com

sexta-feira, 7 de julho de 2017

PF acaba com grupo de trabalho da Lava Jato em Curitiba

Decisão foi comunicada informalmente aos últimos quatro delegados da equipe; investigadores da polícia e procuradores da República temem pelas consequências à operação

MURILO RAMOS E DIEGO ESCOSTEGUY
06/07/2017 - 13h28 - Atualizado 06/07/2017 15h18 
A Polícia Federal resolveu pôr fim ao grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão, segundo três fontes com conhecimento direto do fato, foi comunicada informalmente aos quatro delegados que ainda restavam no chamado GT da operação – o jargão que a polícia usa para se referir a uma força-tarefa. Espera-se a formalização do desmanche no próximo boletim interno da Superintendência da PF no Paraná, que deverá sair na segunda-feira. Em Curitiba, atribui-se a decisão ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello.


Os delegados e agentes voltarão a ser lotados na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, a Delecor. Deixarão de se dedicar exclusivamente à Lava Jato, passando a dividir casos da operação com quaisquer outras investigações. Não há dúvida entre os investigadores de que a produção de provas em processos altamente relevantes – como os dos ex-presidentes LulaDilma Rousseff, entre dezenas de outros – será severamente prejudicada. O mesmo vale para novas frentes de investigação sigilosas, envolvendo, entre outros, operadores e políticos do PMDB e do PSDB. Diante da escassez de recursos e pessoal, novas fases da operação podem nem sequer ser deflagradas, de acordo com procuradores da República e uma fonte no GT da polícia. “É uma asfixia”, diz um dos investigadores.

O diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello (Foto: Charles Sholl/Futura Press)

O desmanche do GT não é uma surpresa dentro da PF. Encerra uma longa agonia, que já durava mais de um ano, apesar dos esforços da direção local no Paraná em manter os trabalhos. Aos poucos, o número de delegados foi caindo. De nove, nos bons tempos da operação, para somente quatro – sem contar a diminuição de agentes, escrivães e peritos. Os principais investigadores da PF em Curitiba deixaram a Lava Jato: Érika Marena, Eduardo Maut e Márcio Anselmo. Com eles, foi embora também boa parte da memória da operação, um ativo essencial num caso tão amplo e complexo – a maior investigação de corrupção da história da PF. Delegados, procuradores e outros responsáveis pela Lava Jato em Curitiba são unânimes em apontar, reservadamente, uma queda acentuada na velocidade e na qualidade do trabalho da PF após a saída dos três. “Os três eram o motor da polícia na operação”, resume uma das principais lideranças da Lava Jato.

A interlocutores, delegados em Brasília, entre eles o próprio Leandro Daiello, comentavam que a investigação em Curitiba estava esfriando e que a equipe não seria mais necessária em razão de uma suposta falta de demanda. Todos em Curitiba – inclusive na PF e no MPF – discordam dessa justificativa. “Temos coisas para fazer e não temos para quem pedir porque eles estão assoberbados de trabalho ordinário”, diz um procurador. “Não têm tempo para desenvolver novas frentes de investigação. Isso se reflete também na ausência de novas operações.” É incontroverso que há centenas de mídias apreendidas nas fases anteriores da operação ainda sem análise.



Os três principais delegados saíram da operação após meses de constante atrito com a Direção-Geral da PF, em função de divergências quanto aos rumos da operação – desgaste que, segundo fontes no GT, aprofundou-se depois da fase 24 da Lava Jato, que mirou o ex-presidente Lula. Delegados e agentes, especialmente os que aceitaram mudar de estado para compor provisoriamente o GT, também reclamavam do que julgavam ser uma inaceitável ausência mínima de condições de trabalho: diárias muito baixas e o acúmulo de casos no cargo de origem – o estoque de investigações subia normalmente enquanto estivessem na Lava Jato; o trabalho seria imenso quando regressassem de Curitiba. “Tínhamos de praticamente pagar para trabalhar”, diz um deles, que aceitou falar somente reservadamente, por medo de represálias. “E ainda por cima faltavam braços para ajudar.” Outro completa: “É uma pena. A PF poderia ter ido muito mais longe.”


Procurada por EXPRESSO, a Direção-Geral da PF confirmou o fim do grupo de trabalho. Mas negou que haverá consequências ruins para a Lava Jato em Curitiba. Em nota, a PF diz:
1. Os grupos de trabalho dedicados às operações Lava Jato e Carne Fraca passam a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (DELECOR);

2. A medida visa priorizar ainda mais as investigações de maior potencial de dano ao erário, uma vez que permite o aumento do efetivo especializado no combate à corrupção e lavagem de dinheiro e facilita o intercâmbio de informações;

3. Também foi firmado o apoio de policiais da Superintendência do Espírito Santo, incluindo dois ex-integrantes da Operação Lava Jato;

4. O modelo é o mesmo adotado nas demais superintendências da PF com resultados altamente satisfatórios, como são exemplos as operações oriundas da Lava Jato deflagradas pelas unidades do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, entre outros;

5. O atual efetivo na Superintendência Regional no Paraná está adequado à demanda e será reforçado em caso de necessidade;

6. A Polícia Federal reafirma o compromisso público de combate à corrupção, disponibilizando toda a estrutura e logística possível para o bom desenvolvimento dos trabalhos e esclarecimento dos crimes investigados.


Fonte: Época

terça-feira, 4 de julho de 2017

O cúmulo será a aprovação da Nova LEI ORGÂNICA da Magistratura Nacional (LOMAN).

Lei da Magistratura viabiliza salto salarial e pacote de benesses

Os ministros do STF encerraram à meia-noite, por meio eletrônico, a votação do texto base


Por: Da Redação


O projeto cria, por exemplo, auxílio-educação para filhos com até 24 anos de juízes, desembargadores e ministros do Judiciário em escolas e universidades privadas; auxílio-moradia equivalente a 20% do salário; transporte, quando não houver veículo oficial; reembolso por despesas médicas e odontológicas não cobertas por plano de saúde, e licenças para estudar no exterior com remuneração extra.

Se você repassar para somente dois amigos nas primeiras horas, em 28 horas toda população brasileira vai tomar conhecimento desse ABSURDO.

Pelo texto, haverá casos em que juízes poderão mais do que dobras seus vencimentos.

Há auxílios para creche, educação, capacitação, saúde, moradia, gratificações para exercer funções, por tempo de serviço, para quem vai estudar no exterior, espécies de 13 e 14 salário para quem julga mais processos do que recebe… E por aí vai.

Além disso, há a possibilidade de enfraquecimento do CNJ e de sua capacidade de punir magistrados.
Após a votação do texto final pelo STF, a matéria ainda precisa ser enviada ao Congresso para apreciação dos parlamentares.

Fonte:                     


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Presidente do Supremo toma decisões ‘estranhas’ quanto a dois ministros da Corte

Presidente do Supremo Tribunal Federal ministra Cármen Lúcia tomou decisões antagônicas em relação a dois ministros da mais alta Corte do país.

por João Guilherme29 de junho de 2017, 13:08700

Presidente do Supremo toma decisões ‘estranhas’

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármen Lúcia teria atuado de modo diferente em relação a duas denúncias dirigidas contra o ministro do Supremo Gilmar Mendes e o ministro-relator da Operação Lava Jato Luiz Edson Fachin.
As reações de Cármen Lúcia foram consideradas bem distintas em relação aos dois magistrados.

Há a suspeita de que os juízes tomem decisões de acordo com seus interesses e com suas próprias conveniências.

Vale ressaltar que um caso se refere à acusação que se trata da reforma de um apartamento relacionado ao ministro Antônio Dias Toffoli, que acabou sendo algo ignorado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (#STF).

Dois ministros: reações distintas

Na última semana, a ministra Cármen Lúcia teria agido de forma diferente a respeito de dois colegas do Tribunal.

O mais intrigante é que quando veio à tona a denúncia em que o ministro-relator da peração #Lava Jato Luiz Edson Fachin havia sido alvo de investigação por parte da ABIN
(Agência Brasileira de Inteligência), a presidente da Suprema Corte reagiu prontamente a favor do magistrado, no episódio que suscitou enorme polêmica em todo o país, em um escândalo que foi considerado uma suposta “espionagem” dirigida a um ministro do STF.
A ministra chegou a afirmar, por meio de uma nota, que seria algo “inadmissível a prática de um gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal”.

Entretanto, a reação da presidente da Corte em relação a um outro caso envolvendo um colega do Supremo não teve atuação expressa favorável por parte da magistrada. Trata-se de um caso envolvendo o ministro Gilmar Mendes.

Há algumas semanas, Gilmar Mendes teria acusado a Procuradoria-Geral da República, comandada pelo chefe do Ministério Público Federal, e grande “desafeto” de Mendes,
Rodrigo Janot, de ter agido por meio de buscas de provas e evidências contra o magistrado, através das buscas e apreensões que foram realizadas em direção ao senador afastado Aécio Neves, do PSDB de Minas Gerais.

Naquela ocasião, a presidente Cármen Lúcia não fez nenhum esforço no sentido de defender Gilmar Mendes.

Ela apenas reagiu ao acontecimento de modo protocolar.

Porém, a reação da magistrada só ocorreu após reclamação feita pelo próprio Mendes.

O ministro Gilmar Mendes foi ainda mais longe ao considerar que Lúcia deveria ter assumido a defesa da instituição do Judiciário e também de todo o Tribunal.


Mendes apontou que a defesa não deveria ser exercida “não só de um ou de outro”. Cármen Lúcia observou apenas que qualquer tipo de irregularidade, inclusive da Procuradoria-Geral da República, não deveria ser tolerada contra ministros e os demais cidadãos brasileiros e o assunto rapidamente foi encerrado.

Fonte: http://saudevidaefamilia.com/presidente-do-supremo-toma-decisoes/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

General faz comentário épico sobre jornalista atacada em voo



A jornalista Miriam Leitão queixou-se de ser ataca por simpatizantes do PT durante um voo que saiu de Brasília e ia para o Rio de Janeiro.

A respeito disso, o Eminente General Paulo Chagas publicou um texto épico sobre o assunto.

Confira a íntegra da publicação do Eminente militar:

Caros amigos
Miriam Leitão sofreu um “ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo”. Foi ameaçada, teve seu nome achincalhado e foi acusada de ter defendido posições que diz que não defende.
Bem feito! É assim que ela se conduz quando se trata de “reportar” sua ira contra os militares, como se nunca tivesse sido aliada de terroristas ou conivente com atos de terrorismo.

Ao ser chamada de terrorista, tantas décadas depois, certamente lembrou-se do que já foi.
Por ironia do destino, foi a mesma Policia Federal que, em 1972, a prendeu, que tentou livra-la do constrangimento e da intimidação dos vândalos comunistas, todavia, nem nessa hora, sua incipiente humildade conseguiu vencer a arrogância vingativa: “Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada”(sic). Exceto de cobra! É o que deveria ter acrescentado, pelo menos para manter a coerência com a sua versão da história.
Os delegados do PT a ofenderam e mostraram, segundo ela, uma visão totalmente distorcida do seu trabalho. Novamente me cabe dizer “bem feito”, porquanto é exatamente o que ela faz quando se trata de reportar o trabalho dos órgãos de segurança em face das ações da organização terrorista da qual fez parte como Amélia. Seria analogia à mulher de verdade ou seu exemplar desempenho na organização criminosa?
Ela sabe que o que sofreu mostra a verdadeira cara do PT e de toda a esquerda que representa, mas seu comprometimento ideológico a obriga a dizer que não e, ao mesmo tempo, a vangloriar-se de ter sido citada positivamente por, nada mais nada menos, que o quadrilheiro chefe, Lula da Silva! É a manifestação da incoerência congênita da esquerda!

Foi um erro do partido ser achincalha-la, afinal ela é uma jornalista de esquerda, comprometida com seu passado terrorista e que, confessadamente, continuará a fazer o trabalho de sempre.

De qualquer forma, valeu saber que não lhe agradou o gosto amargo do seu próprio veneno!

Bem feito!

Gen Bda Paulo Chagas


Fonte: Via papotv.com.br

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trump dá mais um recado à ONU: se a Comissão de Direitos Humanos continuar com seu perfil anti-americano, anti-Israel, anti-Ocidente e a favor da bandidagem, os EUA sairão do órgão.

Trump ameaça abandonar órgão de direitos humanos da ONU

Administração republicana pressiona para que demais governos membros da entidade tenham uma atitude menos ofensiva contra Israel

Jamil Chade, Correspondente / Genebra, O Estado de S.Paulo
Depois de anunciar que deixará o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, o governo dos EUA ameaça agora abandonar o Conselho de Direitos Humanos da ONU. A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, alertará na terça-feira, 6, aos demais governos membros do órgão da entidade que, se não houver uma reforma e uma atitude menos ofensiva contra Israel, o presidente Donald Trump tomará essa decisão.

Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, falou à CNN sobre saída do país do Acordo de Paris Foto: Pablo Martinez/AP
Dentro do governo americano, diplomatas revelam que uma decisão será tomada ao fim da sessão que começa amanhã e durará três semanas. O grupo, formado por 47 países, volta a se reunir em setembro. 

O suspense, assim como ocorreu no caso do Acordo de Paris, tem deixado governos estrangeiros e ONGs irritados. Há poucas semanas, entidades de direitos humanos dos EUA enviaram uma carta para a administração de Trump alertando para os riscos de abandonar o órgão da ONU, abrindo espaço apenas para governos autoritários ou posições que sejam contrárias às dos EUA. 

Mas, num editorial publicado no Washington Post, Nikki afirmou que, da forma que está, o Conselho não atende aos interesses dos EUA. “À medida que o organismo de defesa dos direitos humanos se transformou em um abrigo para os ditadores, a ideia de uma cooperação internacional para defender a dignidade humana não tem mais crédito”, escreveu. “Vamos discutir com o Conselho de Direitos Humanos o que funciona e o que não funciona, e ver como podemos fazer reformas”, disse. 
Nesta semana, em Genebra, além de seu discurso no Conselho, a embaixadora ainda usará seu tempo para criticar abertamente o fato de a Venezuela fazer parte do órgão máximo de direitos humanos da ONU, mesmo diante da crise que vive o país e os abusos do governo. O governo americano planeja promover um evento especial sobre as violações de direitos humanos em Caracas. Outro ataque ainda será dirigido ao governo de Cuba, também parte do Conselho. 

Críticos do governo americano alertam que a Casa Branca não tem adotado a mesma postura de ataque sobre o fato de a Arábia Saudita ser um dos membros do mesmo Conselho da ONU. Riad é um dos principais aliados dos EUA no Oriente Médio. 
O Egito, denunciado por violações de direitos humanos, é também outro membro do órgão, mas tampouco sofre ataques de Washington. 

A proximidade de Trump com líderes autoritários

Nikki quer garantias de que Israel não será alvo de um número considerado pelo governo americano como “desproporcional” de resoluções apresentadas pelos membros que serão votadas em três semanas. 
Segundo ela, em sua história, o Conselho aprovou mais de 70 resoluções contra Israel e apenas 7 contra o Irã. Mas, para entidades americanas como Freedom House, sair do órgão da ONU não vai resolver essa questão e pode apenas agravar o uso do Conselho contra os interesses de Israel ou dos EUA.


Fonte: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral

terça-feira, 6 de junho de 2017

Carioca se candidata a presidente da República por eleição indireta

O carioca João Ricardo Moderno protocolou candidatura por eleição indireta à Presidência da República pelo partido Liga / Foto: reprodução

É carioca o único candidato protocolado no Congresso Nacional, até o momento, à Presidência da República por eleição indireta – caso o presidente Temer renuncie, sofra impeachment ou seu mandato seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O partido Liga Democrática Liberal, ainda em formação, elegeu o presidente da Academia Nacional de Filosofia, João Ricardo Moderno, para essa missão.

Moderno é contra as eleições diretas neste momento, que, para ele, configurariam um “golpe de Estado”. “Não estamos vivendo nenhuma ruptura da democracia, as instituições estão funcionando, não podemos mudar a Constituição às pressas”, diz o professor da UERJ, observando que os mandatos de governadores, senadores, deputados federais e estaduais, previstos para durarem até 2019, seriam interrompidos e poderiam gerar mais uma crise.

“Mesmo que eu perca, me sinto no dever ético de provocar um debate, uma alternativa de candidatura que não seja a de um representante de uma quadrilha, pois é isso que o Brasil está vivendo, uma guerra de quadrilhas – no nosso país, ninguém tem vergonha de ser ladrão, ninguém confessa arrependimento dos erros”. Moderno também apresenta uma vantagem de sua candidatura: “Minha campanha custaria zero centavos”. O Brasil nunca teve um presidente filósofo.

Enviado por: Marcia Bahia
http://lulacerda.ig.com.br/carioca-se-candidata-a-presidente-da-republica-por-eleicao-indireta/

terça-feira, 30 de maio de 2017

LIGA DEMOCRÁTICA LIBERAL - LIGA

O Brasil precisa ser RENOVADO em todas as esferas - Chega de Corrupção.

Vem ai - LIGA

Marcelo M. Presidente Nacional do LIGA
Sei que muitos, principalmente de direita, estão decepcionados com políticos; mas a política não deve nem pode ser ignorada, já que a exercemos desde que nascemos. Nossa primeira manifestação política é o choro, que notadamente é percebido por nossa mãe que cede seu peito para nos alimentar; e assim procedemos por toda nossa existência. Havemos de nos manifestar para que a política seja exercida em prol de todos.

A Liga Democrática Liberal é um partido liberal-conservador, que defende a livre-iniciativa, as liberdades individuais - de ir e vir, associação, religiosa, de expressão -, bem como o direito à legítima defesa através do direito à posse e porte de armas de fogo. Nós defendemos os valores ocidentais que inspiraram a revolução americana, e temos como referências autores como Russell Kirk e Edmund Burke.

Nós acreditamos que apenas nas democracias liberais ocidentais é possível viver em prosperidade e liberdade, e acreditamos que uma economia industrial avançada - regida por um sistema democrático, com livre imprensa e espaço para a expressão de opiniões contrárias - é o tipo de sociedade na qual a vasta maioria da população pode buscar sua felicidade.
  


A LIGA é contrária aos movimentos Estado Islâmico, Hamas, Hezbollah, ao Fatah e a todos os demais representantes do Islã político e movimentos secularistas (ou religiosos) antissemitas - a LIGA também é a favor do Estado de Israel e entende que apenas neste país, entre todos os Estados do levante e regiões próximas (como península arábica e Egito), há liberdade política, tanto para os cidadãos judeus quanto para os cidadãos muçulmanos e cristãos. Cidadãos judeus e cristãos de Estados vizinhos estão constantemente sob pressão e perseguição perpetrada por regimes e movimentos de caráter ostensivamente genocida - por esta razão, apenas Israel é uma legítima democracia liberal, no levante e áreas de maioria árabe, nas quais até mesmo os cidadãos muçulmanos possuem muito menos liberdade. Em Israel, manifestantes muçulmanos têm direito à palavra - nos regimes islamistas, os muçulmanos que ousam se manifestar contra o regime são brutalmente perseguidos e assassinados (como nas ditaduras baathistas, na antiga ditadura de Kadafi, no antigo regime taliban e similares, socialistas-árabes ou confessionais).

Conforme consta em nosso estatuto:

Art. 6º - Os pontos de organização social defendidos pela Liga Democrática Liberal - LIGA são: o Estado de Direito, a democracia representativa, a economia de mercado, a descentralização do poder estatal e a redução de sua interferência na vida privada dos cidadãos. A LIGA defende incondicionalmente o direito à vida, à liberdade e à propriedade privada assim como os direitos e garantias individuais decorrentes dela - a responsabilidade individual, a liberdade de expressão, o direito inalienável à legítima defesa, a igualdade de todos perante a lei, o direito de ir e vir, a liberdade de associação e a liberdade religiosa. A Liga Democrática Liberal – LIGA foi constituída com a compreensão de que uma sociedade ocidental capitalista industrial desenvolvida, que é inspirada nos valores defendidos na tradição judaico-cristã e que organiza sua economia e política sob os princípios esposados pelo pensamento liberal clássico - liberdades de expressão, manifestação, associação, religiosa, ir e vir e direito à propriedade -, é uma sociedade na qual a felicidade de todos os indivíduos, de todas as classes sociais, é mais facilmente alcançada.
 
Art. 18 - Será, para fins deste Estatuto, considerada infidelidade partidária as seguintes práticas ou omissões por parte dos parlamentares da Liga Democrática Liberal – LIGA:
f) promover, em caráter público ou privado, qualquer ideologia baseada em etnia, perseguição religiosa, gênero , classe, anticristianismo - velado ou ostensivo -, antissionismo, desarmamentismo - ou qualquer política de controle de armas da população civil -, antissemitismo - velado ou ostensivo - e anticapitalismo - na forma de ideologias de inspiração marxista, ambientalista, anarquista, nazi-fascista ou eurasianista, conforme definição estipulada pelo secretariado político e ratificada pelo Diretório Nacional.
  
Art. 118 – É garantido aos militantes o direito de organizar discussões e grupos de defesa de bandeiras políticas e econômicas específicas, sob a orientação dos valores tradicionais judaico-cristãos e dos princípios econômicos liberais clássicos.

§ 2º Está garantida aos grupos de defesa de bandeiras políticas e econômicas específicas a expressão de suas posições nos órgãos de imprensa internos do Partido, observando-se a contraposição pétrea que todos os grupos dentro do partido devem trazer a quaisquer orientações políticas socialistas, totalitárias - anticapitalistas ou não -, de gênero, etnia, classe, anticristãs ou antissemitas.

O "ônibus" LIGA segue seu itinerário, já quase lotado de pessoas de bem para o bem. O Diretório do Distrito Federal já é uma realidade, nosso maior objetivo neste momento são as fichas de apoiamento. O modelo está disponível em nosso site, podendo ser impresso, preenchido e a nós enviado.

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