quinta-feira, 29 de junho de 2017

Presidente do Supremo toma decisões ‘estranhas’ quanto a dois ministros da Corte

Presidente do Supremo Tribunal Federal ministra Cármen Lúcia tomou decisões antagônicas em relação a dois ministros da mais alta Corte do país.

por João Guilherme29 de junho de 2017, 13:08700

Presidente do Supremo toma decisões ‘estranhas’

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármen Lúcia teria atuado de modo diferente em relação a duas denúncias dirigidas contra o ministro do Supremo Gilmar Mendes e o ministro-relator da Operação Lava Jato Luiz Edson Fachin.
As reações de Cármen Lúcia foram consideradas bem distintas em relação aos dois magistrados.

Há a suspeita de que os juízes tomem decisões de acordo com seus interesses e com suas próprias conveniências.

Vale ressaltar que um caso se refere à acusação que se trata da reforma de um apartamento relacionado ao ministro Antônio Dias Toffoli, que acabou sendo algo ignorado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (#STF).

Dois ministros: reações distintas

Na última semana, a ministra Cármen Lúcia teria agido de forma diferente a respeito de dois colegas do Tribunal.

O mais intrigante é que quando veio à tona a denúncia em que o ministro-relator da peração #Lava Jato Luiz Edson Fachin havia sido alvo de investigação por parte da ABIN
(Agência Brasileira de Inteligência), a presidente da Suprema Corte reagiu prontamente a favor do magistrado, no episódio que suscitou enorme polêmica em todo o país, em um escândalo que foi considerado uma suposta “espionagem” dirigida a um ministro do STF.
A ministra chegou a afirmar, por meio de uma nota, que seria algo “inadmissível a prática de um gravíssimo crime contra o Supremo Tribunal Federal”.

Entretanto, a reação da presidente da Corte em relação a um outro caso envolvendo um colega do Supremo não teve atuação expressa favorável por parte da magistrada. Trata-se de um caso envolvendo o ministro Gilmar Mendes.

Há algumas semanas, Gilmar Mendes teria acusado a Procuradoria-Geral da República, comandada pelo chefe do Ministério Público Federal, e grande “desafeto” de Mendes,
Rodrigo Janot, de ter agido por meio de buscas de provas e evidências contra o magistrado, através das buscas e apreensões que foram realizadas em direção ao senador afastado Aécio Neves, do PSDB de Minas Gerais.

Naquela ocasião, a presidente Cármen Lúcia não fez nenhum esforço no sentido de defender Gilmar Mendes.

Ela apenas reagiu ao acontecimento de modo protocolar.

Porém, a reação da magistrada só ocorreu após reclamação feita pelo próprio Mendes.

O ministro Gilmar Mendes foi ainda mais longe ao considerar que Lúcia deveria ter assumido a defesa da instituição do Judiciário e também de todo o Tribunal.


Mendes apontou que a defesa não deveria ser exercida “não só de um ou de outro”. Cármen Lúcia observou apenas que qualquer tipo de irregularidade, inclusive da Procuradoria-Geral da República, não deveria ser tolerada contra ministros e os demais cidadãos brasileiros e o assunto rapidamente foi encerrado.

Fonte: http://saudevidaefamilia.com/presidente-do-supremo-toma-decisoes/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

General faz comentário épico sobre jornalista atacada em voo



A jornalista Miriam Leitão queixou-se de ser ataca por simpatizantes do PT durante um voo que saiu de Brasília e ia para o Rio de Janeiro.

A respeito disso, o Eminente General Paulo Chagas publicou um texto épico sobre o assunto.

Confira a íntegra da publicação do Eminente militar:

Caros amigos
Miriam Leitão sofreu um “ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo”. Foi ameaçada, teve seu nome achincalhado e foi acusada de ter defendido posições que diz que não defende.
Bem feito! É assim que ela se conduz quando se trata de “reportar” sua ira contra os militares, como se nunca tivesse sido aliada de terroristas ou conivente com atos de terrorismo.

Ao ser chamada de terrorista, tantas décadas depois, certamente lembrou-se do que já foi.
Por ironia do destino, foi a mesma Policia Federal que, em 1972, a prendeu, que tentou livra-la do constrangimento e da intimidação dos vândalos comunistas, todavia, nem nessa hora, sua incipiente humildade conseguiu vencer a arrogância vingativa: “Diga à Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada”(sic). Exceto de cobra! É o que deveria ter acrescentado, pelo menos para manter a coerência com a sua versão da história.
Os delegados do PT a ofenderam e mostraram, segundo ela, uma visão totalmente distorcida do seu trabalho. Novamente me cabe dizer “bem feito”, porquanto é exatamente o que ela faz quando se trata de reportar o trabalho dos órgãos de segurança em face das ações da organização terrorista da qual fez parte como Amélia. Seria analogia à mulher de verdade ou seu exemplar desempenho na organização criminosa?
Ela sabe que o que sofreu mostra a verdadeira cara do PT e de toda a esquerda que representa, mas seu comprometimento ideológico a obriga a dizer que não e, ao mesmo tempo, a vangloriar-se de ter sido citada positivamente por, nada mais nada menos, que o quadrilheiro chefe, Lula da Silva! É a manifestação da incoerência congênita da esquerda!

Foi um erro do partido ser achincalha-la, afinal ela é uma jornalista de esquerda, comprometida com seu passado terrorista e que, confessadamente, continuará a fazer o trabalho de sempre.

De qualquer forma, valeu saber que não lhe agradou o gosto amargo do seu próprio veneno!

Bem feito!

Gen Bda Paulo Chagas


Fonte: Via papotv.com.br

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Trump dá mais um recado à ONU: se a Comissão de Direitos Humanos continuar com seu perfil anti-americano, anti-Israel, anti-Ocidente e a favor da bandidagem, os EUA sairão do órgão.

Trump ameaça abandonar órgão de direitos humanos da ONU

Administração republicana pressiona para que demais governos membros da entidade tenham uma atitude menos ofensiva contra Israel

Jamil Chade, Correspondente / Genebra, O Estado de S.Paulo
Depois de anunciar que deixará o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, o governo dos EUA ameaça agora abandonar o Conselho de Direitos Humanos da ONU. A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, alertará na terça-feira, 6, aos demais governos membros do órgão da entidade que, se não houver uma reforma e uma atitude menos ofensiva contra Israel, o presidente Donald Trump tomará essa decisão.

Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, falou à CNN sobre saída do país do Acordo de Paris Foto: Pablo Martinez/AP
Dentro do governo americano, diplomatas revelam que uma decisão será tomada ao fim da sessão que começa amanhã e durará três semanas. O grupo, formado por 47 países, volta a se reunir em setembro. 

O suspense, assim como ocorreu no caso do Acordo de Paris, tem deixado governos estrangeiros e ONGs irritados. Há poucas semanas, entidades de direitos humanos dos EUA enviaram uma carta para a administração de Trump alertando para os riscos de abandonar o órgão da ONU, abrindo espaço apenas para governos autoritários ou posições que sejam contrárias às dos EUA. 

Mas, num editorial publicado no Washington Post, Nikki afirmou que, da forma que está, o Conselho não atende aos interesses dos EUA. “À medida que o organismo de defesa dos direitos humanos se transformou em um abrigo para os ditadores, a ideia de uma cooperação internacional para defender a dignidade humana não tem mais crédito”, escreveu. “Vamos discutir com o Conselho de Direitos Humanos o que funciona e o que não funciona, e ver como podemos fazer reformas”, disse. 
Nesta semana, em Genebra, além de seu discurso no Conselho, a embaixadora ainda usará seu tempo para criticar abertamente o fato de a Venezuela fazer parte do órgão máximo de direitos humanos da ONU, mesmo diante da crise que vive o país e os abusos do governo. O governo americano planeja promover um evento especial sobre as violações de direitos humanos em Caracas. Outro ataque ainda será dirigido ao governo de Cuba, também parte do Conselho. 

Críticos do governo americano alertam que a Casa Branca não tem adotado a mesma postura de ataque sobre o fato de a Arábia Saudita ser um dos membros do mesmo Conselho da ONU. Riad é um dos principais aliados dos EUA no Oriente Médio. 
O Egito, denunciado por violações de direitos humanos, é também outro membro do órgão, mas tampouco sofre ataques de Washington. 

A proximidade de Trump com líderes autoritários

Nikki quer garantias de que Israel não será alvo de um número considerado pelo governo americano como “desproporcional” de resoluções apresentadas pelos membros que serão votadas em três semanas. 
Segundo ela, em sua história, o Conselho aprovou mais de 70 resoluções contra Israel e apenas 7 contra o Irã. Mas, para entidades americanas como Freedom House, sair do órgão da ONU não vai resolver essa questão e pode apenas agravar o uso do Conselho contra os interesses de Israel ou dos EUA.


Fonte: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral

terça-feira, 6 de junho de 2017

Carioca se candidata a presidente da República por eleição indireta

O carioca João Ricardo Moderno protocolou candidatura por eleição indireta à Presidência da República pelo partido Liga / Foto: reprodução

É carioca o único candidato protocolado no Congresso Nacional, até o momento, à Presidência da República por eleição indireta – caso o presidente Temer renuncie, sofra impeachment ou seu mandato seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O partido Liga Democrática Liberal, ainda em formação, elegeu o presidente da Academia Nacional de Filosofia, João Ricardo Moderno, para essa missão.

Moderno é contra as eleições diretas neste momento, que, para ele, configurariam um “golpe de Estado”. “Não estamos vivendo nenhuma ruptura da democracia, as instituições estão funcionando, não podemos mudar a Constituição às pressas”, diz o professor da UERJ, observando que os mandatos de governadores, senadores, deputados federais e estaduais, previstos para durarem até 2019, seriam interrompidos e poderiam gerar mais uma crise.

“Mesmo que eu perca, me sinto no dever ético de provocar um debate, uma alternativa de candidatura que não seja a de um representante de uma quadrilha, pois é isso que o Brasil está vivendo, uma guerra de quadrilhas – no nosso país, ninguém tem vergonha de ser ladrão, ninguém confessa arrependimento dos erros”. Moderno também apresenta uma vantagem de sua candidatura: “Minha campanha custaria zero centavos”. O Brasil nunca teve um presidente filósofo.

Enviado por: Marcia Bahia
http://lulacerda.ig.com.br/carioca-se-candidata-a-presidente-da-republica-por-eleicao-indireta/